Cozinhando e conversando com Maurício B.


Meus amigos, a dica do dia é um prato a base de sobrecoxa de frango.  Eu sempre utilizo esta parte do frango por ser conter mais gordura e agregar mais os temperos, melhorando o resultado final do prato.  O TERIYAKI DE FRANGO é um prato que se caracteriza pelo destaque que dá o suco de laranja junto com o saquê mirim e o açúcar.
Experimentem esta deliciosa combinação de ingredientes e de sabores.

TERIYAKI DE FRANGO

Ingredientes
3 colheres de sopa de manteiga
sobrecoxa ou peito desossado (1 porção por pessoa)
2 colheres de chá de açúcar
4 colheres de saquê mirin
suco de 1 laranja
4 colheres de shoyu
1 pitada de glutamato monossódico
Gergelim torrado a gosto
1 pitada de pimenta sichimi togahashi

Modo de fazer
Numa wok ou numa frigideira grande coloque a manteiga e grelhe o frango dos dois lados. Acrescente o açúcar, o saquê e o suco de laranja e deixe ferver por uns 5 minutos em fogo baixo e panela tampada. Acrescente o shoyu e o glutamato monossódico, deixe ferver mais um pouco e aumente o fogo até o líquido engrossar.
Retire, coloque no prato e polvilhe o gergelim. No final, antes de servir, polvilhe um pouco da pimenta sichimi togahashi.
Sirva quente acompanhado com arroz, legumes cozidos ou verduras refogadas.
Dica: se quiser, acrescente pimentão, cenouras e cebolas picados no cozimento para uma refeição mais completa.

Amigos, companheiros e alunos, desejo que esta contribuição venha ajudá-los no dia a dia por tratar-se de um prato realmente simples de ser elaborado.  Um cordial abraço a todos vocês.




Escrito por Maurício B. às 22h47
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Olá meus amigos. O gari é um acompanhamento obrigatório de sushi, sashimi, tempura e de outras iguarias da culinária japonesa.
O gari é feito preferencialmente do gengibre bem novo, o que no Brasil é mais comum no começo de cada ano.
Faça este prato e o conserve em um vidro dentro da geladeira.

GARI (conserva de gengibre cozido)

Ingredientes do gengibre
300g de gengibre fresco
1 xícara de vinagre de arroz
3  colher de sopa de sal

Ingredientes do awace-su
2 xícaras de açúcar
1 xicara de vinagre de arroz
½ xícara de saque mirim
1 colher de sobremesa de sal

Modo de preparo do gengibre
Limpe bem o gengibre e corte com um ralador apropriado o gengibre em rodelas bem finas.
Coloque em uma vasilha com sal e deixe marinar durante 3 horas.
Retire todo o sal lavando bem o gengibre.
Numa panela, coloque água e o gengibre para cozinhar. Acrescente o açúcar e deixe ferver durante 25 minutos.
Escorra toda a água e reserve até esfriar e aguardar a montagem do gari.

Preparo do awace-su
Em outra panela, coloque o vinagre, saque mirim, sal e açúcar e deixe aqueça para diluir o açúcar e o sal. Reserve.

Montagem final do gari
Quando o awace-su estiver frio, acrescente o gengibre e misture bem. Coloque em um vidro esterelizado (bem fervido e completamente seco), e deixe curtir por uns 5 dias, antes de levar à geladeira.

Dica
O gari pode ser guardado na geladeira por até 6 meses.

Meus alunos e amigos deste blog, vocês observaram que o gari é trabalhoso na sua elaboração, mas que depois de preparado, ele torna-se obrigatório nas nossas mesas.
Um bom apetite a todos e um forte abraço.









Escrito por Maurício B. às 22h37
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Meus amigos, este prato é um daqueles que eu não abro mão nunca. Um shiro gohan (arroz japonês sem tempero) e um ume fazem uma dupla perfeita.
O umeboshi é um prato secular do Japão, e que nos dias atuais as famílias não tem feito com tanta facilidade.
Como eu sou um purista da culinária japonesa eu não poderia deixar de postar esta maravilha que é o umeboshi.

UMEBOSHI (ameixa japonesa em conserva)

Ingredientes
1 kg de ume (ameixas japonesas) bem limpos (lavados e secos)
200g de sal (se for usar menor quantidade de ume, considere 20% desta quantidade para o sal)
1 maço de aka-shiso (folhas avermelhadas que se encontra em casa de produtos japoneses)
1/2 xícara de açúcar

Modo de preparo
Coloque as frutas numa vasilha limpa, espalhe o sal e misture bem. Sobre a vasilha coloque outro recipiente e acrescente peso dentro dele (pode ser pedras, latas, feijão, ou qualquer outra coisa que mantenha os frutinhos no fundo da vasilha).

Deixe por 3 dias marinando. Não use uma vasilha muito pequena, pois o sal vai fazer com que as frutas desidratem e fiquem neste líquido.

Coloque numa vasilha com tampa (de preferência de vidro ou porcelana bem vedada) e deixe longe da luz por 2 meses. Escorra as ameixas, guarde o caldo e deixe as ameixas secarem durante o dia todo. Para secar o ideal é um dia de sol forte, colocando-se as ameixas sobre uma peneira. À noite, retorne as ameixas ao caldo. Repita a operação por 2 dias. Este é o processo que faz com que as ameixas fiquem macias.

Preparo do aka-shiso
Lave o aka shiso, tempere com sal e deixe de um dia para outro. Escorra-as bem e coloque sobre as ameixas. A quantidade de folhas é que dá o tom mais ou menos avermelhado à conserva. Acrescente o açúcar, mexa bem. Deixe em vidro tampado por mais 2 meses.

Meus amigos e meus alunos queridos, eu proponho que este prato seja reproduzido para ser preservado. Com ele pronto eu darei algumas dicas para o seu melhor aproveitamento no dia a dia da família.
Um abraço fraternal a todos vocês.






Escrito por Maurício B. às 22h28
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Olá meus amigos, a receita de hoje é a fruta caramelada, sobremesa muito comum nos restaurantes orientais, principalmente os chineses.
É uma sobremesa simples, mas que requer alguns cuidados na sua elaboração.
Então mãos a obra para o preparo deste prato oriental.

FRUTAS CARAMELADAS

Ingredientes
Banana nanica firme cortada em 2 ou 3 pedaços, conforme o tamanho.
Maçãs, sem casca, cortada em pedaços grandes (uma maçã em 4 pedaços).
Abacaxi, sem casca, cortado em pedaços grandes (uma rodela grossa cortada na metade).

Para a massa do empanado
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
1 e 1/2 xícara de amido de milho
4 colheres de sobremesa de fermento em pó
1 pitada de sal
2 xícaras de água gelada
2 colheres de sopa de óleo
1 clara de ovo

Para o caramelo
1 e 1/2 xícara de chá de água
3 xícaras de chá de açúcar
1 litro de óleo para fritar as frutas

Modo de fazer
Em uma panela funda, coloque o óleo e deixe aquecer bem em fogo médio.
Misture os ingredientes da massa e vá acrescentando a água aos poucos, batendo bem com um garfo ou um fouet para não empelotar. A massa deve ficar um pouco pastosa, tipo um mingau, para que se mantenha em volta das frutas quando fritar.
Coloque a fruta escolhida nesta massa, até todos os lados ficarem bem envolvidos e leve para fritar no óleo já aquecido, até ficarem dourados. Retire, escorra em papel toalha, reserve.
Unte uma assadeira com óleo e reserve.
Numa outra panela faça o caramelo. Há duas formas de se fazer o caramelo, a primeira, mais segura para quem não conhece muito bem o ponto do caramelo, porém um pouco mais demorada e a segunda, para quem já está acostumado a fazer caramelo. Todo cuidado deve ser tomado pois o ponto pode passar rapidamente para a fase de queimado. É preciso mexer bastante para desfazer grumos do açúcar.

Modo 1): Leve o açúcar e a água numa panela para aquecer, mexendo bem até dissolver o açúcar completamente. Pare de mexer e deixe ferver por uns 10 minutos, até a calda ficar caramelizada (marrom claro).

Modo 2): Coloque o açúcar, deixe-o derreter e quando estiver marrom claro, acrescente a água e mexa bem até que os pontos endurecidos voltem a se incorporar e a calda fique uniforme.

Retire do fogo e rapidamente pegue cada pedaço da fruta frita e passe no caramelo, use dois garfos para facilitar o processo e cuidado, pois a calda de caramelo é quente e endurece bem rápido. Retire os pedaços e vá colocando na assadeira untada para esfriarem. Se quiser, coloque um pouco de gergelim natural sobre os pedaços. Sirva a seguir.

Dica: Sirva com sorvete de creme ou um sorvete de azuki.

Os meus alunos e amigos deste blog observaram como trata-se de um prato simples para ser preparado.
Um abraço a todos e um ótimo apetite.







Escrito por Maurício B. às 22h20
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Os japoneses são grande apreciadores da carne de porco. Andei fazendo muita carne de porco ao longo do meu trabalho. Um dia eu resolvi criar esta receita que ficou maravilhosa.  Juntei o vinho tinto com o misso e obtive um resultado delicioso.
O misso deve ser o tipo AKA (vermelho em japones) e o vinho tem que ser um tinto seco.
A grande idéia é manter a costela marinando dentro deste tempero e dentro da geladeira, por no mínimo 24 horas. Eu já fiz esta receita de várias maneiras, e em uma delas eu deixei marinando durante 4 dias inteiros. Quando terminei de assar a carne, ela desmanchava quando eu colocava o garfo entre os ossos da costela
.

COSTELA DE PORCO COM VINHO E MISSÔ

Ingredientes:
1 costela de porco magra
200 gramas de babata inglesa cortadas em fatias grossas
½ garrafa de vinho tinto seco
6 colheres de sopa (bem cheia) de missô
1 colher de sopa rasa de sal


Modo de preparo:
Coloque a costela em uma vasilha grande e passe o missô nos dois lados da costela, de forma bem generosa. Use todas as 6 colheres bem cheias do misso, untando bem a carne.
Salpique bem o sal de sobre a mesma e em seguida despeje ½ garrafa de vinho tinto seco. Não se preocupe em deixar salgado porque o vinho vai atenuar o sal do misso.
Deixe marinar na geladeira por no mínimo 24 horas. E puder deixar mais tempo a costela vai ficar ainda mais gostosa.
Corte as batatas em fatias grossas e forre a forma.
Coloque a costela, cubra com papel alumínio e coloque no forno pré-aquecido por 2,5 horas no mínimo.
Em seguida retire o alumínio, vire a costela e deixe dourar por mais 1 hora.

Dica:

Não corte a costela em tiras antes de servir, mantendo a mesma inteira enquanto está sendo asssada.

Em caso de dúvidas meus amigos e alunos, mande-me um e-mail que eu terei o máximo prazer em ajudar e a eliminar todas as dúvidas.

Um abraço a todos e um ótimo apetite com este delicioso prato.



Escrito por Maurício B. às 22h10
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Este delicioso bolo eu aprendi com a minha grande amiga Chef MARCIA nos bons tempos do espaço gastronômico no bairro do Tatuapé, em São Paulo. Aprendi com ela e passei a fazer e a divulgar. A ela a minha homenagem e a dica para que você faça este delicioso bolo.

BOLO DE NOZES E ESPECIARIAS

Ingredientes
2 e ½ xícaras de farinha de trigo
3 ovos
1 e ½ xícara de açúcar
5 colheres de manteiga
1 colher de sopa de fermento em pó
50 gramas de nozes picadas
50 gramas de castanha do pará picadas

Marinada
½ copo de vinho tinto
½  colher de café de cravo em pó
1 canela em pau
50 gramas de uva passa preta sem semente
1 colher de café de gengibre em pó

Modo de preparo
Prepare a marinada e deixe por 1 hora.
Colocar na batedeira a manteiga e o açúcar até dobrar de volume.
Acrescente os ovos, um a um, e depois a farinha de trigo, o vinho e o fermento.
Leve ao forno pré-aquecido a 180º em uma forma untada e polvilhada com farinha.

Cobertura do bolo
Coloque 100 ml de creme de leite fresco e ferva.  Desligue o fogo e derreta ½ barra de chocolate meio amargo.
Deixe esfriar por cinco minutos e cubra o bolo.

Meu amigo ou aluno, se você tiver alguma dúvida envie um e-mail que eu terei o máximo prazer em ajudar.
Um bom apetite a todos vocês e muito obrigado pelo apoio que recebo constantemente de tanta gente.






Escrito por Maurício B. às 22h05
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Se você quer uma entrada ou uma salada diferente esta é a minha dica de hoje.
Uma salada vai bem todos os dias não importando o clima. Muitas pessoas nos dias atuais preferem a noite comer somente uma salada. A receita de hoje é uma bela dica a ser seguida.

AMARRADINHOS DE OUTONO

Ingredientes
1 cenoura
150 gramas de vagem
1 vidro de palmito
1 maço de salsinha

Modo de preparo
Corte a cenoura em tiras iguais e no formato retangular.
Corte as vagens do mesmo tamanho.
Cozinhe até ficar al dente.
Corte os palmitos com o mesmo tamanho.
Lave a salsinha e dê um rápido cozimento e resfrie em gelo para estancar a temperatura.
Junte os três legumes e amarre com os talos da salsa.
Coloque na geladeira para resfriar e sirva como salada.

Temperos:
Um tempero simples, a base de sal, azeite e limão fica uma delicia. Tome cuidado com o sal porque o palmito já é um pouco salgado.

Se você tiver alguma duvida é só enviar um e-mail que eu darei mais explicações ou elimino eventuais dúvidas.
Bom proveito a todos vocês.  Um grande e fraterno abraço.




 



Escrito por Maurício B. às 23h03
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Meus amigos, neste período de frio, esta sopa creme de kabochá é um revigorante especial. Trata-se daquela abobora japonesa de casca escura. Existem dois tipos de kabochá, e ambas são deliciosas. Um dos tipos é o tirimem, que é mais difícil de ser encontrado, mas é muito mais gostosa.

SOPA CREME DE KABOCHÁ COM CAMARÃO

Ingredientes
½ kabochá com casca cortado em cubos
½ cebola picada fino
2 dentes de alho
1 pitada de sal
Pimenta rosa moída a gosto
½ pimenta vermelha cortada e rodelas finas

Modo de preparo do camarão
Na frigideira que foi assado o kabochá, coloque mais uns 100 ml de azeite e coloque os camarões inteiros, já limpos, com casca.
Frite-os e os mantenha na frigideira
.

Preparo do creme de kabochá
Frite a cebola e o alho com bastante azeite e despeje os cubos de kabochá.
Deixe assar até pegar no fundo da frigideira ou panela os cubos da abobora japonesa.
Quando estiver sequinho o fundo transfira para uma panela e coloque uns 200 ml de água e ferva durante 20 minutos.

Montagem do prato
Despeje o creme sopa no prato, coloque dois camarões e duas colheres por cima dos camarões do fundo de azeite que sobrou na frigideira.
Sirva em seguida.

Dicas:
Se você não desejar colocar o camarão frito por cima da sopa creme poderá fazer algumas modificações muito criativas;

- Salpique laminas de castanha por cima. Pode ser amêndoa, nozes ou castanha do Pará.

- Pique cebolinha ou salsa bem miúda, coloque por cima e abafe a panela durante 3 minutos.  Também fica uma delicia.

Meus amigos e alunos, a cozinha sempre pede criatividade.
Estarei ao inteiro dispor para auxiliar ou tirar eventuais dúvidas.  É só enviar um e-mail que eu ajudarei.
Um abraço e todos e um ótimo apetite.








Escrito por Maurício B. às 22h55
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O creme chinês é uma outra sobremesa simples e muito gostosa.
O seu preparo é muito simples e poderá ser feito em qualquer oportunidade.  Apenas fique atento pois ela exige um tempo longo na geladeira para endurecer.
Para acelerar o tempo você pode utilizar além da gelatina indicada, mais 20 gramas de gelatina kanten. Quando colocar os ingredientes no fogo, adicione a gelatina de algas marinha (kanten) que o processo de endurecimento no final do preparo será acelerado.
Siga as dicas e as orientações e aproveitem bem esta deliciosa sobremesa.

CREME CHINÊS

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
2 latas de leite integral  (usar a do leite condensado)
2 colheres de sopa de amido de milho
Essênsia a gosto
3 gemas
3 claras
100 gramas de creme de leite
2 caixinhas de gelatina de morango
1 tampinha de amarula

Modo de fazer
Coloque em uma panela e leve ao fogo o leite condensado e as gemas, uma medida de leite integral e 1 tampinha de amarula. Mexa sem parar.
Em uma outra panela junte a parte restante do leite com o amido de milho, e assim que começar a ferver junte aos ingredientes que estão no fogo.
Quando começar a endurecer apague o fogo e adicione o creme de leite, mexa e cubra com um plástico e reserve.
Após cinco minutos coloque o creme em um pirex ou recipiente igual e reserve.

Acabamento:
Prepare a gelatina conforme as instruções do fabricante e reserve. Bata as claras em ponto de neve junto com uma colher de sopa de açúcar. Adicione um pouco da gelatina nas claras para deixar um pouco avermelhada. Quando terminar junte toda a gelatina e bata novamente fazendo um só creme.
Coloque este creme por cima cobrindo todo o pirex.

Leve para a geladeira e deixe resfriando pelo tempo mínimo de seis horas.

Meus amigos, em caso de dúvida mande um e-mail que eu elimino todas as duvidas existentes.
Um abraço a todos vocês e um bom apetite com este delicioso creme.





Escrito por Maurício B. às 22h06
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Olá meus amigos, eu venho hoje trazendo uma dica deliciosa para mais uma sobremesa.  A grande idéia desta receita é o aproveitamento de sobra de frutas em sua casa.
No período que você observar que há grande oferta de frutas no mercado (quando os preços caem) é também uma boa oportunidade para fazer esta receita e juntar a família e os amigos para servir esta iguaria.
Em caso de dúvidas envie um e-mail que eu ajudo a esclarecer e tirar eventuais dúvidas.

GELATINA DE KANTEN COM FRUTAS

Ingredientes
1 kiwi
1 carambola grande
2 ameixas vermelhas
1 maçã
1 pera portuguesa
4 morangos
100 gramas de açúcar
1 colher de sopa de kanten
250 ml de agua

Modo de preparo das frutas (caldão de frutas)
Corte as frutas (maçã, pêra e ameixa) e junte as demais frutas.
Coloque tudo em uma panela e adicione a água, o açúcar, o cravo e a canela.
Cozinhe tudo por 10 minutos, retirando primeiro da panela os morangos (máximo em 3 minutos), as amoras e depois a pêra e por último a maçã.
Retire a canela e os cravos e jogue fora.

Preparo do kanten
1 colher de sopa de kanten
250 ml de água
Ferva por dez minutos e desligue o fogo.
Deixe esfriar um pouco para não cozinhar ainda mais as frutas e coloque por cima das frutas retiradas do caldão.

Modo de montagem da gelatina
Disponha as frutas retiradas do caldão em uma vasilha apropriada.
Despeje por cima o kanten levemente resfriado.
Colocar na geladeira para esfriar durante duas horas.

Os meus alunos e amigos observaram que a receita é muito simples e de fácil preparo.
Um abraço fraternal a todos vocês.






Escrito por Maurício B. às 22h02
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Meus amigos e alunos, a dica para hoje é uma deliciosa torta que pode ser elaborada em um curto espaço de tempo.
Muitas vezes queremos oferecer uma sobremesa e caímos sempre na mesma idéia.  Esta torta é muito gostosa e vai fazer sucesso em sua casa.
Então vamos arregaçar as mangas e vamos fazer esta deliciosa sobremesa.

TORTA RUSSA

Ingredientes:
500 gramas de chantilly (pode ser o Gramele já pronto)
250 gramas de chocolate branco (pode ser usado o Mavalerio)
400 ml de suco de maracujá
10 gramas de gelatina neutra em pó
150 gramas de açúcar
250 gramas de requeijão cremoso
2 maracujás fruta
1 pacote de bolacha Maria retangular

Modo de fazer:
Bata no liquidificador, por 2 minutos, o açúcar, o requeijão cremoso, o suco de maracujá concentrado, a gelatina neutra e o chocolate branco já derretido.
Bater na batedeira o chantilly até montar a terceira velocidade. Logo após acrescentar ao liquidificador e bata tudo junto por 2 minutos. Em uma forma de fundo falso, coloque uma fina camada de pão de ló (ou bolacha Maria triturada), cubra com o creme e deixe gelar.
Faça uma calda com a fruta do maracujá e despeje por cima da torta e retorne para a geladeira por mais 1 hora.
Sirva em seguida.

Montagem da forma:
Antes de colocar a farofa ou pão de ló, corte bolacha Maria no formato de uma cerquinha e coloque o creme na forma. Este procedimento deverá ser feito antes da montagem, para que os pedaços de bolacha Maria sejam aproveitados para o preparo do fundo da forma.

Vocês observaram que trata-se de uma receita simples, e que o seu preparo também é muito simples.
Em caso de dúvida mande-me um e-mail que eu terei o maior prazer em ajudar.
Abraços a todos vocês e muito obrigado pelo apoio recebido.





Escrito por Maurício B. às 21h57
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O SUKUSHU foi uma criação minha há alguns anos. É aquele prato que nos deixa orgulhoso, porque além de ser bonito e gostoso ele faz sucesso em todos os lugares onde eu o sirvo.  Dei o nome a ele de SUKUSHU, que significa o último outono.

Este prato parece com um vaso de flor, e ele surgiu com a minha admiração e pela graça da ikebana, e pelo fato de que os japoneses sabem valorizar como ninguém tudo o que está relacionado com a natureza. Sensíveis por natureza, muitos dos costumes e tradições, demonstram o respeito que têm pelo meio ambiente.

Apreciar as flores - ou hanami, como se diz em japonês - é uma dessas tradições conservadas até hoje. Isso não significa que outros países não promovam eventos semelhantes. Mas nenhum povo o faz como os japoneses.

Existe todo um esquema que envolve o hanami, que inclui desde piqueniques a atrações diversas, sob as cerejeiras em flor. Os eventos são realizados em parques, templos, beiras de rios e até mesmo nas ruas. Em locais concorridos, é comum ver as pessoas guardando lugares sob as árvores desde a manhã, para amigos, familiares ou colegas da empresa.

Foi baseado em tudo isso que eu criei o SUKUSHU, que é a minha homenagem ao estilo japonês de apreciar e valorizar a natureza.

Trata-se de um prato simples, mas a sua beleza é o destaque maior.

SUKUSHU

Ingredientes
1 pacote de kani kamá
5 folhas de nori maki
1 manga haden ou tomy
1 maço de kaiware (broto de nabo)
3 pepinos
1 avocado
1 pera (bem firme e doce)
1 pedaço de salsão
1 kaki fuyu
4 morangos grandes
15 gramas de semente de gergelim (preto e colorido)

Molho
50 gramas de aka-missô
1 colher de sobremesa de vinagre de arroz
1 colher de sobremesa de saquê
1 colher de sobremesa de açucar

Modo de fazer
Corte todas as frutas, as verduras e os legumes em tiras de 6 centímetros cada.
Abra o kani kamá no formato de uma folha (deixe descongelar bem para poder abrir em formato de folha).
Coloque os ingredientes nos dois lados do kani e enrole.
Feche o sukushu com uma tira de alga nori com 6 centimetros de largura (inicialmente corte a folha de alga nori ao meio).
No final corte o sukushu ao meio obtendo duas unidades.

Montagem do prato
Coloque as unidades sobre uma travessa e respingue com o molho de missô.
Salpique com semente de gergelim.

Meus amigos, será uma alegria para mim muito grande ver este meu prato reproduzido nas suas casas.  Em fraterno e cordial abraço a vocês meus alunos e meus amigos deste delicioso blog.


 



Escrito por Maurício B. às 21h48
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Olá meus alunos e meus amigos.
Hoje eu terei o grande prazer de postar a receita de um delicioso bolo caseiro.
A grande diferença deste bolo é a sua simplicidade e o seu delicioso sabor no final do seu preparo.
O bolo é preparado colocando-se a laranja junto com a sua casca. A essência da casca da laranja proporciona um sabor especial ao bolo.

BOLO DE LARANJA COM CASCA

Ingredientes
1 e ½ laranja pêra
½ copo de óleo
3 ovos
2 xicaras de açúcar
2 xicaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo
Retire os talos e as sementes das laranjas (ou do morgot) e bata no liquidificador bem batido, mantendo as cascas.
Junte os demais ingredientes e bata tudo.
Unte uma forma, enfarinhe e coloque para assar a 180º em um forno pré-aquecido.

Acabamento do bolo
Esprema 1 e ½ laranja pêra (ou morgot), adicione duas colheres de açúcar e cozinhe durante 10 minutos.
Quanto estiver pronto despeje sobre o bolo assado ainda quente.
Desenforme o bolo, deixe esfriar e salpique com coco ralado tipo fios adocicado.

Dica:
Coloque uma tangerina e meia laranja com as cascas. A tangerina proporciona um sabor muito especial ao bolo.

Meus amigos, bom apetite a vocês. Não deixem de ensinar este bolo aos seus amigos.
Bom apetite a todos vocês.






Escrito por Maurício B. às 21h39
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Olá meus amigos, o que eu chamo de caldão de frutas vermelhas, é quando eu chego em casa e vejo aquela sobra de frutas que começam a amolecer e eu não quero perder nada. Como dizem os japoneses motainai, que significa jogar coisa fora. Então eu arregaço as mangas e vamos que vamos cozinhar novamente.

CALDÃO DE FRUTAS VERMELHAS

Ingredientes
1 maçã vermelha
1 pera portuguesa
2 ameixas vermelhas
6 amoras
6 morangos inteiros
1 pau de canela
6 cravos inteiros

250 ml de água
150 ml de açúcar

Modo de preparo
Corte as frutas (maçã, pêra e ameixa) e junte as demais frutas.
Coloque tudo em uma panela e adicione a água, o açúcar, o cravo e a canela.
Cozinhe tudo por 10 minutos, retirando primeiro da panela os morangos (máximo em 3 minutos), as amoras e depois a pêra e por último a maçã.
Retire a canela e os cravos e jogue fora.

Montagem do prato
Em uma vasilha organize as frutas por tipo de corte e tamanho e despeje por cima a calda do cozimento já fria.
Coloque na geladeira e sirva após estar gelado.

Dicas
Estas frutas poderão acompanhar um manjar, mas podem ser servidas como sobremesa.
Uma boa opção para uso do caldão é diluir 1 colher de kanten no caldo das frutas, ferver por 10 minutos, deixar esfriar uns cinco minutos e montar com as frutas dentro.
O kanten é uma gelatina de algas marinhas que endurece fora da geladeira quando começar a esfriar.  Neste caso monte as frutas cozidas anteriormente em uma vasilha e despeje sobre ele o caldo com o kanten.

Mas aqui vai uma dica importante: Não precisa aproveitar sobra de frutas. Quanto há muita sobra de frutas no mercado os preços caem, e é hora de aproveitar para comprar mais por muito menos custos. Nestas horas aproveitamos para fazer o caldão de frutas. Se você utilizar alguma fruta que não é vermelha e que está sobrando não há problemas. As frutas vermelhas que você utilizar vão ajudar na coloração das demais.  Não use frutas muito moles porque com o aquecimento delas na panela, elas derretem e você estraga o caldão.

Então meus amigos e alunos, mãos a obra, e vamos aproveitar as sobras de frutas e as boas ofertas do mercado.
Se alguma duvida surgir, por favor, mande um e-mail que eu respondo imediatamente para prestar o auxilio que você necessitar.
Um grande abraço a todos vocês, e muito obrigado pelo apoio de sempre.





 



Escrito por Maurício B. às 21h34
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ESPRESSO

França: é comum se beber com chicória.

Áustria: os austríacos gostam de unir a bebida a figos secos.

África e Oriente Médio: acentua-se o sabor com canela, alho ou gengibre.

Bélgica: é servido com um pequeno pedaço de chocolate, colocado no interior da xícara.

Itália: a preferência é pelo café expresso servido em xícaras pequenas.

Grécia: é acompanhado por um copo de água gelada.

Cuba: é consumido forte, adoçado e em um só gole.

Alemanha: em algumas regiões é servido com leite condensado ou chantilly.

Suíça: adiciona-se ao café um licor, o kirsch.

México: geralmente é consumido fraco e com pouco sabor.

O creme de café pode ser transformado no dia a dia em diversos preparados, dos quais eu destaco: capuccino, café mocha, café moka, café americano, etc.

O creme que destaco nesta matéria é muito gostoso de ser bebido quente ou frio.
Meus amigos, façam uma experiência nas suas casas e preparem este delicioso café.
Um fraternal abraço a todos vocês, e muito obrigado pelo apoio de sempre.

 



Escrito por Maurício B. às 21h20
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NINJIN JAMU (geléia de cenoura)

Olá amigos deste blog, hoje o nosso prato será o NINJIN JAMU. Alguns amigos meus dizem que eu sou japonês demais, por utilizar sempre os ingredientes que a colônia japonesa mais aprecia.
Os amigos experimentem fazer e depois escrevam no blog contando os resultados obtidos. Eu tenho certeza de que terão a mesma opinião minha.

Geléia

Esta deliciosa geléia de cenoura com um sabor especial de maçã é perfeita para ser combinada com umas torradinhas!
Mas também pode ser utilizado damasco ou pêssego.


Ingredientes
2 cenouras (300g) descascadas e raladas
1 maçã descascada e ralada
½ suco de um limão
400 gramas de açúcar

Modo de fazer

Coloque o suco de limão em uma panela esmaltada.
Acrescente a cenoura, a maçã e o açúcar, e misture.
Leve ao fogo alto até que comece a cozinhar.
Abaixe então o fogo e vá retirando a espuma que vai se formando na superfície.
Deixe cozinhando desta forma e mexa apenas de vez em quando.
Quando estiver com uma consistência mais sólida, abaixe o fogo e guarde em um pote de vidro esterilizado.

Alternativa com outra fruta

Você poderá utilizar o damasco ou o pêssego em caldas.
Caso utilize o pêssego em caldas tudo é mais simples.
Pique o pêssego em caldas em cubinhos pequenos e coloque junto com a cenoura para cozinhar.
No caso de utilizar o damasco, faça o seguinte:
Coloque o damasco em uma vasilha com água e deixe reidratando durante 6 horas. Para facilitar e reduzir o tempo, corte o damasco em cubos pequenos e deixe na água durante 4 horas.
Pegue o damasco já reidratado e coloque na panela junto com a cenoura.

Em caso de dúvida escreva-me através do meu e-mail que eu respondo e tiro as dúvidas.
Abraços fraternos aos meus amigos deste blog.




Escrito por Maurício B. às 21h10
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TSUBU-AN  (ou ANKO)

Meus amigos, a dica do dia é o tradicional ANKO, ou doce de feijão. Este doce é muito consumido por japoneses, e por mim é claro que adoro.
Podemos fazer um simples doce, ou transformar a receita no YOKAN, que é um dos doces mais gostosos produzidos pelos japoneses.
No feijão ainda pode ser misturado a massa de um caqui desidratado ou o chá verde, criando-se variados sabores e cores.
Hoje os doces japoneses são feitos com o feijão azuki (o vermelho) e também com o feijão branco usado pelos brasileiros.
O feijão branco serve de base para a elaboração da massa do doce. Depois é adicionado alguma fruta (melão, morango, abacaxi, etc.) e o doce é montado.

Ingredientes para o ANKO
1 quilo de feijão azuki
1 quilo de açúcar cristal

Modo de preparo
Lave e deixe o feijão de molho. Cozinhe até amaciar, tendo cuidado de não acrescentar água demais. Para isso pode ser usada a panela de pressão.
Acrescente o açúcar cristal e mexa, com uma colher de pau, até a massa enxugar, formar uma pasta consistente, começar a aparecer o fundo da panela e a massa formar montinhos quando despejada da colher. Eventualmente, amasse um pouco o feijão, com as costas de uma concha.
Cuidado, porque o doce espirra muito. Se necessário, abaixe o fogo e continue mexendo continuamente. Se quiser uma pasta mais firme, assim que estiver pronto, tire porções da massa da panela e faça montes em uma assadeira ou travessa. Assim o excesso de água irá evaporar mais rapidamente, resultando em uma massa mais enxuta.

Para o YOKAN acrescente no final do preparo três colheres de gelatina de algas (kanten), e deixe cozinhar durante dez minutos.
Tire da panela, coloque em uma forma adequada e deixe esfriar. Depois corte em formatos de sua escolha.  Eu costumo cortar o YOKAN em pedaços variados; cubos, tiras ou de formas arredondadas, utilizando aros de culinária.

Se você desejar conhecer novos formatos, cores, modelos, ingredientes que podem ser adicionados, eu estarei ao inteiro dispor.  Mande-me um e-mail com as dúvidas ou as perguntas que eu responderei no menor espaço de tempo possível.

Obrigado pelo apoio de sempre, meus alunos e amigos deste delicioso blog.

 



Escrito por Maurício B. às 23h24
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Meus alunos e meus amigos, o creme de café é uma das gostosas experiências que nós fazemos nas nossas vidas, e que depois de pronto e armazenado no nosso freezer, sempre está à disposição dos nossos familiares e amigos.
Ele é muito simples de ser elaborado, e o tempo de preparo é de trinta minutos.

CREME DE CAFÉ

Ingredientes
50 gramas de café solúvel
2 xicaras de açúcar
1 xicara de água fria

Modo de preparo
Bata tudo em uma batedeira durante 20 minutos e use em seguida.
Para usar o creme, pegue uma colher de sopa bem cheia do creme e adicione água quente.  Estará pronto um delicioso café creme.


Congelamento e uso
O creme pode ser congelado em um pote plástico e usado no dia a dia.
O creme nunca ficará congelado.

Alguns tipos de cafés mais elaborados nos dias atuais é o tipo ESPRESSO (o termo é italiano e escreve-se com a letra S), dos quais destaco as seguintes informações;

 



Escrito por Maurício B. às 00h22
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Meus amigos, a dica do dia é a maionese quente. Aprendi este prato no ano de 2007 de uma pessoa muito especial na minha vida, e já preparei este prato em algumas oportunidades.
Trata-se de um prato delicioso e que pode ser consumido rotineiramente pelas famílias.
Este prato é parecido com o fricassê de frango ou de batata.
Apesar de ser um prato um pouco calórico, ele é muito saboroso.

MAIONESE QUENTE

Ingredientes:
2 quilos de batata cozida e espremida
1 cebola picada fino
1 pote de maionese de 500 gramas
2 peitos de frango cozido e desfiado
200 gramas de mozzarela

Modo de preparo:
Coser as batatas, deixar esfriar e amassar bem (com garfo ou com um espremedor apropriado).  Misturar um pouco de sal e forrar com o purê de batata um refratário. Reservar.
Cozinhar os peitos de frango com um fundo de cebola e temperos fritos em azeite. 
Desfiar o frango e reservar.
Misturar a maionese no peito desfiado e cobrir todo o purê de batata.
Cortar com as mãos a mozzarela em pequenos pedaços e ir cobrindo (como se fosse um telhado, em sobreposição) todo o frango misturado na maionese.
Levar ao forno para gratinar.
Servir quente.

Meus alunos e amigos deste blog, um grande abraço e um ótimo apetite com este prato gostoso.


 



Escrito por Maurício B. às 00h18
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GELATINA DE CAFÉ

Oi meu amigos!
A dica de hoje é uma espécie de gelatina levemente endurecida com kanten.
Kanten é uma gelatina natural feito de alga marinha, que tem como diferença principal é que ela não precisa ser endurecida na geladeira. Você faz e deixa em cima da mesa que mesmo no calor forte ela não derrete, como ocorre com a gelatina animal.
Basta cozinhar a gelatina kanten durante cinco minutos e deixar esfriar.  Desejando colocar na geladeira não há problema algum, embora não necessite deste procedimento para endurecer.

Gelatinha de café:
1/2 pacotinho (25 gramas) de kanten em pó.
1 copo (250 ml) de água.
1 copo (250 ml) de café bem forte
2 colheres de sopa de açúcar.

Gelatina de leite:
1/2 pacotinho (25 gramas) de kanten em pó.
1 copo (250 ml) de água.
3 colheres de sopa de leite condensado.
3/4 de copo de leite.

Modo de preparo
Para preparar as gelatinas, dissolva o pó do kanten em 1 copo de água e deixe ferver por 3 minutos. Espere esfriar um pouco e misture os ingredientes do sabor escolhido.
Na montagem coloque em um refratário primeiro a gelatina de café, espere endurecer um pouco, e depois cubra com a gelatina de leite.

Para decorar:
Use 2 grãos de café caramelizados com açúcar.
Meus amigos, o kanten apresenta como maior vantagem o fato de ser extraído de um dos inúmeros tipos de algas marinhas, ou seja, não é de origem animal, e portanto, é muito mais saudável.

A todos os amigos deste blog e aos meus alunos um fraternal abraço.




Escrito por Maurício B. às 00h12
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Oi amigos e alunos deste blog delicioso.
Eu criei o SAMBAI adaptando um prato que é servido em Tokyo, a maior cidade do planeta, e também a mais cara cidade do mundo. O nome deste prato significa três partes ou três vezes, devido aos seus três principais ingredientes.
É um prato delicioso e preparado com ingredientes do ocidente e do oriente. Do oriente eu uso o PANKO que é uma farinha de rosca feito da casca do pão, e o AO-SHISO que é uma planta maravilhosa nativa do Japão. Mas os dois produtos existem no Brasil e podem ser facilmente encontrados nos grandes centros urbanos e nas capitais.
Trata-se de um prato frito ou assado nos modernos fornos que as industrias nos oferecem.
Em caso de dúvida mande-me um e-mail que eu ajudo da melhor maneira possível.
Vamos arregaçar as mangas e mãos a obra para preparar este delicioso prato.

SAMBAI

Ingredientes

1 pacote de ao-shissô
½ quilo de filé de frango cortado bem fino
100 gramas de muzzarela
200 gramas de panko
60 gramas de farinho de trigo
2 ovos
Palitos para prender os filés

Modo de preparo

Corte os filés de frango em tamanho pequeno e fino para facilitar a fritura interna.
Enrole o file colocando dentro uma folha de ao-shissô e uma fatia de mozzarela.
Prenda os filés com dois palitos
Sele com um pouco de farinha de trigo. Retire o excesso da farinha.
Passe o file sobre o ovo batido e empane com a farinha de pão PANKO.
Frite.
Após a fritura corte o filé em três fatias, com corte em diagonal.

Dicas

Coloque os pedaços do filé em uma travessa e faça um molho para acompanhar.
O molho pode ser: missôni, molho de mostarda ou molho agridoce.

Eu tenho certeza de que os meus alunos ou amigos deste blog não terão qualquer dúvida para montar este prato. No entanto eu estarei ao inteiro dispor.

Um cordial e fraterno abraço a todos vocês.



Escrito por Maurício B. às 23h59
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Meus amigos e alunos do blog, eu tenho o prazer de apresentar o meu CREME DE AGRIÃO.
Trata-se de um prato leve e muito saboroso que pode acompanhar qualquer tipo de grelhado.

CREME DE AGRIÃO

 CREME-AGRIAO

Ingredientes
1 maço de agrião com os talos
1 copo de leite
1 colher de sopa de amido de milho
1 pitada de sal

Modo de preparo
Lave e cozinhe o agrião em água abundante durante 25 minutos. Bata no processador ou no liquidificador e obtenha um creme bruto e de coloração verde escuro.
Refogue uma cebola picada bem miudinha com azeite e adicione o creme.
Cozinhe durante 10 minutos e desligue.  Dilua o copo de leite com o amido de milho e misture no creme deixando cozinhar durante mais dez minutos.
Corrija o sal e sirva.
Se preferir um creme mais puxado para o branco adicione mais um pouco de leite e de amido de milho.


Meus amigos, façam este prato que é uma delicia, e o divulguem aos seus familiares e amigos.
Sucesso e bom apetite a todos.

 



Escrito por Maurício B. às 20h58
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Meus amigos deste delicioso blog, hoje eu tenho a honra de apresentar a vocês uma criação minha.
Este prato eu criei no ano de 2006 e estava guardado para divulgação há tempos.
Ocorre que apesar se eu fazê-lo constantemente, deixei de divulgá-lo.  Feito com arroz motigomê, o meu preferido, ele é elaborado com algas marinhas e shiitake.
O resultado é maravilhoso.

 

RISOTO DE 2 ALGAS COM SHIITAKE PUXADO NO MOLHO DE OSTRAS

rISOTO

Igredientes:
100 gramas de shiikate desidratado
50 gramas de wakame desidradato
200 gramas de filé mignon cortado em cubos
50 gramas de kombu em tirinhas finas
1 cebola média picada
1 envelope de hondashi
1 pitada de sal (apenas para corrigir o sal no final)
3 colheres de molho de ostras
1 pitada de pimenta branca
50 ml. de shoyu

Modo de preparo:
Deixe o shiitake de molho para reidratar e passe na frigideira com um pouco de manteiga (ou margarina).
Deixe o wakame de molho para reidratar e corte em pedaços pequenos.
Deixe o kombu em tirinhas para reidratar e corte em pedaços pequenos.
Dore a cebola com óleo vegetal e despeje por cima o shiitake, o wakame e o kombu mantendo tudo fechado por 5 minutos.

Abra a panela, coloque o hondashi, a pimenta branca e o shoyu e cozinhe mais 3 minutos.
Doure o filé mignon, adicione na panela e deixe cozer por 3 minutos com a panela fechada.
Adicione o molho de ostra, mexa com cuidado e feche a panela.
Corrija o sal.

Prepare o arroz branco (moti gomê)
Monte uma travessa com dois copos de arroz já cozido e misture o preparo da panela.
Monte e sirva quente.

Dica
Aproveite a água que foi hidratado o Wakame e o shiitake para cozer o moti gomê.
Naturalmente o risoto deve ficar bem úmido por ser uma tradição deste tipo de prato.


Aos amigos eu recomendo que este prato seja elaborado para os seus familiares e amigos.
Um abraço amigo e cordial.



Escrito por Maurício B. às 20h52
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Olá amigos e alunos, hoje eu quero indicar um prato feito à base de nassu (berinjela)
que é muito saboroso.
Experimentem este prato que será uma agradável surpresa.

 NASSU TO PIMAN NO MISSÔ ITAME

Nassu

Ingredientes:
5 berinjelas japonesas pequenas
3 pimentões-verdes pequenos
100 g de carne de porco (ou frango) moída
1 pedaço de gengibre (cerca de 1 cm)
3 colheres de sopa de óleo para fritar
2 colheres de chá de maisena, mais 1 1½ colher de sopa de água fria para dissolver

Para temperar os ingredientes:
½ xícara de água
1 colher de chá de açúcar
1/3 colher de chá de sal
1 colher de sopa de saquê mirim
1 colher de sopa de missô aka

  

Modo de Preparo:

Corte as berinjelas em pedaços de 5 por 2 cm e faça dois ou três cortes superficiais na casca de cada pedaço para que o tempero penetre bem. Deixe de molho em água por 5 minutos para que não escureça. Escorra e seque com cuidado.  Corte os pimentões em pedaços grandes, retire as sementes e nervuras.  Descasque o gengibre e pique bem fininho, ou faça um suco do mesmo.  Misture os ingredientes dos temperos até dissolver o sal e o açúcar.

 

Como cozinhar:

Aqueça uma frigideira por 1 minuto em fogo forte, depois ponha o óleo. Frite o gengibre e a carne moída por 2 minutos, ou até que a carne fique dourada.
Junte a berinjela e frite até que fique quase pronta, uns 3 ou 4 minutos. Junte o pimentão e frite por mais 2 minutos.
Acrescente o tempero sobre a mistura frita e mexa bem.
Dissolva a maisena na água, ponha sobre a mistura e mexa bem para engrossar. Quando começar a ferver novamente, apague o fogo.

 

Como servir:
Monte em uma travessa os pedaços da berinjela e os pimentões.
Coloque todos os demais ingredientes por cima.
Cubra todo o prato com os temperos ainda quentes.

Aos amigos um bom apetite e um bom proveito dos pratos elaborados com nassu, sempre deliciosos e de fácil elaboração.

 



Escrito por Maurício B. às 20h46
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Meus amigos e meus alunos, hoje a receita do dia é o delicioso KARÊ.

É dos pratos da culinária japonesa e também apreciado por muitos povos.

 

 

KARÊ

 

Kare

 

Ingredientes

50 gramas de shimeji
50 gramas de shiitake em tiras
50 gramas de champingnon picados
20 gramas de cebolinha em tirinhas
3 colheres de sopa cheias de farinha de trigo
1 colher de sopa de curry
1 colher de chá rasa de sal
1 colher de sopa de hondashi
1 pitada de aji-no-moto
1 colher de sopa de manteiga sem sal
½ litro de água
½ carcaça de frango
1 pitada de pimenta rosa moida

 

Modo de fazer
Em uma panela, ferva água e a carcaça de frango por 15 minutos. Coe e reserve o caldo.
Misture, em uma vasilha, a farinha de trigo, um pouco do caldo de frango, e o curry.  Reserve.
Derreta a manteiga em uma frigideira e adicione os três tipos de cogumelos. 

Refogue-os por cerca de 3 minutos.
Adicione o caldo de frango, o sal, o aji-no-moto, a pimenta rosa moida e o hondashi. 

Deixe levantar a fervura.
Adicione 3 colheres de sopa do preparado de karê e mexa até engrossar.
Apague o fogo e só então adicione a cebolinha, para que não perca a cor.
Sirva com shiro gohan.

 

Se gostaram da indicação deste cardápio repassem aos seus amigos para divulgar a nossa arte e o nosso trabalho.
Bom apetite a todos e um abraço fraterno.



Escrito por Maurício B. às 00h07
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Meus amigos, o prato que hoje divulgo é o KOMBU MAKI originário da
linda ilha de OKINAWA localizada no sul do Japão.

O povo UCHINANCHU, ou seja, o povo originário de Okinawa, é um
povo muito hospitaleiro e tem uma culinária surpreendente.
Dentro da colônia tenho muitos amigos e, em especial eu destaco o pessoal do jornal UTINÁ PRESS, principalmente o MARCELLO TINEM e a VANESSA SHIROMA TINEM.

KOMBU MAKI

Ingredientes:
1 pacote de kombu reidratado
1 maço de shimeji
200 gramas de carne de frango moída ou picada
100 gramas de carne de porco moída ou picada
Shoyu a gosto
4 colheres de saquê mirim
4 colheres de saquê
½ envelope de hondashi
2 colheres de sopa de açúcar
Sal a gosto
2 colheres de manteiga


Modo de preparo:
Refogue ligeiramente o shimeji na manteiga e reserve.
Faça um refogado com as carnes de porco e de frango com os
temperos descritos e reserve.
Reidrate a alga kombu de um dia para o outro.
Enrole a alga kombu no formato de um charuto, recheie com o refogado
de carne e prenda cada um com um ramo de salsa aquecido em água quente.

Molho para cozimento:
Faça um molho leve com shoyu, saquê mirim, açúcar, saquê e deixe
apurar durante 10 minutos.
Coloque os charutos de kombu maki e cozinhe durante 15 minutos.
Sirva em seguida.


Aos amigos UCHINANCHU ou a todos os nikkeys o meu abraço amigo
e o meu desejo de um ótimo apetite.

 



Escrito por Maurício B. às 23h42
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Meus amigos e meus alunos, hoje passo a vocês um prato japonês
fácil de ser feito, e muito comum nos lares japoneses e brasileiros.
O KIMPIRA GOBO é pratico e rápido para ser preparado.

KIMPIRA GOBO

 Ingredientes

2 unidades de bardana                     1 colher de sopa de óleo
     ½ cenoura                                         1 ½ colher de sopa de açúcar
  1 pimenta dedo de moça                   4 colher de sopa de shoyu
   1 colher de sopa de gergelim branco  ½ copo de dashi (100 ml.)
  1 colher de sopa de saquê                 1 colher de sopa de mirim

Modo de preparo
Limpar o gobo e cortar em pedaços de 5 centimetros; cortar na
espessura de um palito de fósforo e deixar na água com vinagre.
Escorrer em seguida.
Cortar as cenouras nas mesmas medidas do gobô.
Tirar as sementes da pimenta e cortar em rodelas finas.
Levar o óleo e o óleo de gergelim em uma panela, e em fogo alto
colocar o gobô e a pimenta dedo de moça; Refogar até cozinhar
um pouco e, em seguida acrescentar a cenoura e continuar refogando.
Acrescentar o açúcar, o shoyu, o saquê mirim e o dashi.
Misturar tudo e refogar em fogo baixo por aproximadamente 6 minutos.
Após esse tempo colocar em fogo alto e refogar até que seque o caldo.
Montar uma travessa, colocar o kimpira gobo e polvilhar com o gergelim.

Dicas
Na limpeza do gobo, evitar raspar ou retirar a casca pois nela
encontra-se os nutrientes.
O gobo após o corte deve permanecer na água com vinagre,
evitando que escureça.

Se o prato agradou eu peço que seja divulgado porque é uma forma
de preservar e divulgar a cultura e a culinária japonesa.
Um cordial abraço e um bom apetite a todos.



Escrito por Maurício B. às 23h30
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MISOSHIRU

 

 

Olá meus amigos e leitores.

Hoje falo sobre a deliciosa sopa japonesa, o misoshiru. Para alguns é apenas um caldo quente. Divergências de entendimentos à parte, trata-se de uma das delicias da cozinha japonesa tradicional.

Não dá para ficar sem misoshiru, seja no calor ou no frio.

O misoshiru é um dos pratos mais básicos da culinária japonesa, e curiosamente um dos que possui mais variações. Servido em tigelas pequenas, é tão básico que os japoneses tomam misoshiru no café da manhã, no almoço e no jantar, quando se segue um cardápio tradicional. No Japão é difícil tomar um misoshiru igual ao outro - cada província e cada cidade prepara a pasta e o caldo de uma forma diferente da outra.

Como o misoshiru é tomado pelos japoneses desde a mais tenra idade, em casa ou nas escolas, ele é também um prato que remete à infância. Na fase adulta, o misoshiru é quase uma necessidade quando se está resfriado, e algo que conforta o paladar e o corpo.

No Brasil há famílias que ainda fazem pastas de missô caseiras, mas a maior parte das pessoas consome pastas industrializadas. No país vende-se pasta de missô de fabricação nacional e algumas importada do Japão. Há uma diferença fundamental entre ambas: as nacionais são levemente mais salgadas que as importadas.

E há dois tipos básicos de pasta de missô: as mais escuras (ou avermelhadas, chamadas de akamiso) e as mais claras (brancas, embora na prática sejam caramelo-claro, chamadas de shiromiso).

Além da pasta de missô, algo fundamental para se fazer um misoshiru é o katsuo-konbu dashi, um caldo à base de alga marinha e peixe, básico para a maioria das sopas e consomês da culinária japonesa. Na falta dele, pode-se usar um caldo de peixe industrializado chamado hondashi.

 

Abaixo algumas receitas para  o preparo de um delicioso misoshiru.

 

TOOFU TO NEGI NO MISOSHIRU

(Caldo de Pasta de Soja com Queijo de Soja e Cebolinha)

 

Ingredientes:

1 tofu (queijo de soja) pequeno, ou meio toofu de tamanho-padrão, picado em cubinhos de aproximadamente 1 cm2.

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

 

opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

 

Esta é a receita mais comum de preparo de misoshiru. Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água e o hondashi) e o missô, e mexa até dissolver. Acenda o fogo em chama alta, acrescente o toofu picado e espere ferver. Assim que a fervura levantar, leve ao fogo médio e deixe ferver por mais dois minutos. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

KAI NO MISOSHIRU 

(Caldo de Pasta de Soja com Vôngole)

 

Ingredientes:

Meio quilo de kai (vôngole) inteiro, nas conchinhas - verifique se estão frescos, cujo sinal visível é estarem fechados

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

 

opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

 

Deixe os vôngoles de molho em água fria numa panela por 1 hora (eles se abrirão um pouquinho e soltarão parte da areia que está dentro deles). Passe-os para um escorredor e lave-os um a um sob água corrente (de preferência use uma escova, como as de lavar as unhas), pondo os lavados num caldeirãozinho com a água que será usada para fazer o caldo. Ponha os vôngoles para ferver no katsuo-konbu dashi (ou na água com o hondashi) em fogo alto - a água em ebulição ficará com uma espuma na superfície e os vôngoles irão se abrir. Mude para fogo baixo e com uma escumadeira tire a espuma da superfície. Em seguida, acrescente o missô e mexa até dissolvê-lo. Deixe ferver por mais dois minutos. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 14h55
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TAMAGO NO MISOSHIRU

(Caldo de Pasta de Soja com Ovo)

 

Ingredientes:

1 ovo

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

 

Opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

 

Esta versão é também conhecida como misoshiru com fio de ovo à chinesa. Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água, o hondashi) e o missô, e mexa até dissolver. Acenda o fogo em chama alta e deixe o caldo ferver. Numa tigela em separado, bata um ovo e assim que o caldo estiver borbulhando, jogue o ovo batido no caldo. Rapidamente se formará uma fina camada de ovo cozido na superfície. Mexa um pouco e desligue o fogo. Distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

DAIKON TO  GOBO NO MISOSHIRU

(Caldo de Pasta de Soja com Nabo e Raiz de Bardana)

 

Ingredientes:

1 gobo (raiz de baradana) descascada e picada em lascas ou pedacinhos finos (3 cm de comprimento)

1 pedaço de daikon (100 g) descascado e cortado em tirinhas finas

1 litro de katsuo-konbu dashi ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

 

Opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

Opcional - 1 fatia de age (fatia de queijo de soja frito)

 

Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água e o hondashi), o gobo e o daikon, e mexa até dissolver. Acenda o fogo em chama alta e espere ferver. Assim que a fervura levantar, leve ao fogo médio, acrescente o missô e deixe ferver por mais dois minutos. Se fôr usar o age, ponha-o no congelador até endurecer (isso facilita quando se quer cortar o age em tiras finas). Coloque as fatias de age numa tigela e deixe-as de molho em água por um minuto. Escorra-as e seque-as com um pedaço de toalha de papel e reserve. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva. Se usar o age, salpique uns pedacinhos em cada porção.

 

WAKAME TO KONBU NO MISOSHIRU  

(Caldo de Pasta de Soja com Algas Marinhas)

 

Ingredientes:

1 punhado de alga marinha desidratada wakame, que já vem cortada em pedacinhos (3 g)

Meia folha de alga marinha desidratada konbu, cortada em tirinhas - dica: use uma tesoura, ou aproveite o konbu que foi usado para fazer o katsuo-konbu dashi.

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de miso (pasta de soja)

 

opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico).

 

Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água e o hondashi) e as algas wakame e konbu. Acenda o fogo em chama alta e espere ferver. Assim que a fervura levantar, leve ao fogo médio, acrescente o missô, mexa até dissolver e deixe ferver por mais dois minutos. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

Há alguns anos passados eu gostava de misoshiru com um pouquinho de macarrão soumen, ficava uma delicia.

Pode-se ainda adicionar cenoura, vagem, batatinha, cará, inhame, picado bem miudinho.

 

Eu tenho um colega de culinária que sempre deixa no seu KIT SACRIFICIO (um jeito especial que nós cozinheiros chamamos o nosso pequeno arsenal de equipamentos de cozinha do dia a dia) alguns envelopes de furikakê.

Ele aquece água, adiciona um pouco de missô e despeja um envelope de fukakê.  Está rapidamente pronto um misoshiru improvisado.Também é uma delicia.  Alias, fico sempre perto dele nestas horas para poder ganhar uma tigelinha bemmmmm cheia deste delicioso caldo japonês.

 

São inúmeras as sugestões e, todas deixam um sabor muito agradável.

Aos amigos e leitores um bom apetite com um delicioso misoshiru. 



Escrito por Maurício B. às 14h51
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Falar de tomate é como falar de culinária, ou seja, algo comum e natural no meu dia a dia.

Eu sou viciado em tomate e como esta fruta todos os dias e há muitos anos.

O meu vicio no tomate teve inicio muito cedo na minha vida, pelo fato de ser filho e neto de italianos, e a fruta servir de base para os tradicionais molhos das deliciosas pastas italianas.

Bem mais tarde, quando eu decidi fazer um rigoroso regime e perder 19 quilos (no final do ano de 2004), substituí muitos pratos e guloseimas por tomates inteiros crus. Ainda hoje quando eu vou a uma feira, normalmente eu como um tomate em uma das bancas dos meus amigos feirantes.

Para mim pode faltar muita coisa em uma salada, menos o tomate, é claro.

O TOMATE 

O tomate (do náuatle tomatl) é o fruto do tomateiro (Solanum lycopersicum; Solanaceae), embora coloquialmente considerado como legume pelos leigos. De sua família, fazem também parte as batatas, as berinjelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não-comestíveis.

Originário da América Central e do Sul, era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos, sendo atualmente cultivado e consumido em todo o mundo.

Origem

A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento, à civilização inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir, naquela região, uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de cor verde) conhecidas apenas ali.

Estes acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que foi encontrado amplamente cultivado no México.

Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (Náuatles), mas porque as cerâmicas incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume. Os primeiros contestam tal objeção, pelo fato de que muitas outras frutas e alimentos dos incas também não foram representados nas cerâmicas.

Características

O tomateiro é uma planta fanerógama, angiosperma e dicotiledônea. Apesar da crença generalizada de que seja um legume, é, na realidade, um fruto, uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação.

O tomate é rico em licopeno e contém vitamina C.

Gastronomia

                                  

Apesar de constantemente associado à Itália e sua cozinha, dado seu largo uso na sua culinária, o tomate já era consumido nas civilizações inca, maia e asteca, antes de ser levado ao outro lado do mundo. Pertence a um extenso rol de alimentos da América pré-colombiana desconhecidos do Velho Mundo antes das grandes navegações, do qual fazem parte o milho, vários tipos de feijões, batatas, frutas como abacate e o cacau (de cujas sementes se faz o chocolate), afora artigos de uso nativo que se difundiram, como o chicle (seiva de Sapota (ou sapoti)) e o tabaco.

Inicialmente o tomate era tido como venenoso pelos europeus e cultivado apenas para efeitos ornamentais, supostamente por causa de sua conexão com as mandrágoras, variedades de Solanáceas usadas em feitiçaria. Somente no século XIX é que o tomate passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior, inicialmente na Itália, depois na França e na Espanha. Durante este século, os europeus que retornavam da América após as viagens ao novo mundo, levaram ao velho mundo a fruta vermelha, que imaginavam ser venenosa. A época em que eles passaram a consumir o tomate não é clara, mas o que se sabe é que o tomate ganhou popularidade quando os povos do sul da Europa declinaram sobre esta suspeita. A partir deste momento, o tomate passou a ser um dos principais ingredientes da culinária mediterrânea.

Os primeiros registros apontam para a sua chegada em Sevilha, na Espanha, no século XVI. O local era um dos principais centros de comercialização, onde se realizavam atividades comerciais, principalmente com a Itália e Países Baixos.

Os tomates podem ser divididos em diversos grupos, de acordo com seu formato e sua finalidade de uso:

- Santa Cruz, tradicional na culinária, utilizado em saladas e molhos e de formato oblongo;  

- Caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo;

 

- Saladete, utilizado em saladas, de formato redondo;

 

- Italiano, utilizado principalmente para molhos, podendo ainda fazer parte de saladas. Seu formato é oblongo, tipicamente alongado;

 

- Cereja, utilizado como aperitivo, ou ainda em saladas. É um mini-tomate, com tamanho pequeno, redondo ou oblongo.

 

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 23h36
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Além de diferirem em seu formato, os tomates também podem ter variações em sua coloração. Apesar de ser bem mais comum encontrá-lo na coloração vermelha, atualmente, novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. Os dois últimos são mais difíceis de serem encontrados no Brasil. Atualmente uma nova variedade do tomate apresenta uma cor azul.

As primeiras espécies exportadas da América foram logo batizadas de pomodoro pelos italianos, pois eram amarelas, parecendo maçãs douradas. Os primeiros registros da espécie vermelha deste fruto na Europa tem como data o ano de 1554, trinta e um anos depois de sua chegada de Puebla e Vera Cruz, no México. Se inicialmente havia a suspeita de serem venenosos, tão logo foram descobertos pela gastronomia e passaram a ser indispensáveis na maioria das civilizações e preparações de alimentos. Alla Bolognesi, à espanhola, à mexicana, à la marselhesa, alla napolitana, alla parmigiana, à la orientale, à la niçoise, à portuguesa e à la provençale são apenas algumas das infinitas receitas que adotaram o fruto como ingrediente, uma lista que não para de se renovar.

A literatura culinária espanhola antiga (1599 - 1611) não registra o uso do tomate. Na Itália, Antonio Latine escreveu entre 1692 e 1694 o livro de cozinha napolitana Lo Scalco alla Moderna, em que uma das suas receitas recomendava levar ao fogo pedaços de tomate, sem pele ou sementes, temperando com salsinha, cebola e alho picados, salpicados com sal e pimenta, acrescidos de azeite e vinagre, para obter um molho de tomate de estilo espanhol. Em 1745, o livro do espanhol Juan Altamiras descrevia duzentas receitas, dentre as quais treze tinham tomate em seus ingredientes. Já na Inglaterra, a partir de 1750 se tem evidências de seu uso pelas famílias judias, que já o consumiam, muito embora permanecesse suspeito ao restante dos cidadãos até o século XIX.

Valor Nutricional

O consumo do tomate é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em licopeno (média de 3,31 mg em 100 gr), vitaminas do complexo A e complexo B e minerais importantes, como o fósforo e o potássio, além de ácido fólico, cálcio e frutose. Quanto mais maduro, maior a concentração desses nutrientes.

O tomate é composto principalmente com água, possuindo aproximadamente 14 calorias em 100 gramas, somente. Alguns estudos comprovam sua influência positiva no tratamento de câncer, pois o licopeno, pigmento que dá cor ao tomate, é considerado eficiente na prevenção do câncer de próstata e no fortalecimento do sistema imunológico.

De 1986 à 1998 a Universidade de Harvard (EUA) analisou os hábitos de cinqüenta mil homens. Segundo os resultados da pesquisa, os homens que consumiam molho de tomate duas vezes por semana tiveram 23% menos incidência de câncer do que outros. A pesquisa concluiu ainda que os benefícios podem ser maiores caso o tomate seja cozido, acompanhando um pouco de azeite.

Colheita

No Brasil, a colheita do tomate é feita predominantemente de maneira manual. Os frutos, retirados das plantas são colocados em cestas de bambu ou sacolas plásticas, semelhantes às utilizadas para a colheita de laranjas. Logo após, os frutos são transportados para galpões, em caixas plásticas, onde são classificados. Já na etapa de colheita, toma-se cuidado para que os frutos não sejam danificados, dando-se especial atenção para evitar que batam uns sobre os outros. Outros danos podem ser provenientes das estacas de bambu, ou dos sistemas de amarrio utilizados. As sacolas plásticas também costumam causar mais danos ao fruto, na hora da colheita. Durante o transporte, os tomates novamente são submetidos a estragos e possíveis perdas, mesmo que transportados de forma protegida. Estima-se que o mercado brasileiro perde anualmente 30% de sua produção do tomate para mesa.

Pesquisas em saúde na Espanha

Cientistas criam tomate azul com fins medicinais

A cor incomum do tomate foi desenvolvida para que fosse possível distingui-lo de um tomate normal.

Cientistas espanhóis desenvolveram um novo tomate geneticamente modificado, de cor azul, que tem uma série de proteínas que não podem ser encontradas no tomate comum e poderia ser usado com fins terapêuticos.

A cor incomum do tomate foi desenvolvida pelos cientistas para que fosse possível distingui-lo de um tomate normal. O projeto do novo tomate é de estudiosos do Instituto de Biologia Molecular y Celular de Plantas (IBMCP), de Valença, na Espanha.

Terapia passiva

A idéia do projeto foi fazer com que os tomates azuis produzissem proteínas diferentes das que têm os tomates convencionais. Essas proteínas foram escolhidas para combater determinadas doenças.

A ingestão do tomate funciona como uma terapia oral passiva, protegendo, por exemplo, a mucosa do aparelho digestivo e, assim, evitando diarréias causadas por determinadas doenças.

Os cientistas do IBMCP já criaram variedades transgênicas de tabaco, arroz, pepino, melancia e várias plantas ornamentais, mas escolheram o tomate como fábrica biológica porque é um fruto é capaz de produzir grande quantidade de biomassa, além de ser difundido na dieta ocidental e rico em vitaminas e outros nutrientes.

Antioxidantes

A cor azul do tomate vem do acúmulo de compostos naturais e antioxidantes que já se encontram no tomate comum, só que em outras partes.

Contudo, os pesquisadores afirmam que os tomates azuis ainda devem passar por muitos estudos antes de serem liberados para consumo público.

Até agora, a criação dos tomates azuis no laboratório tem ajudado os cientistas a entender melhor qual é a função de cada gene na formação de um fruto de qualidade.

Os pesquisadores conseguiram fazer com que as proteínas que  fossem agregadas à planta, para que elas sejam eficazes contra possíveis agentes infecciosos, embora os resultados finais da pesquisa pode levar ainda vários anos até que eles cheguem a todas as conclusões do projeto.

Dados econômicos:

Proincipais Produtores de Tomate - 2.005 (milhões de ton.)

China                 31,6

Estados Unidos    12,8

Turquia                9,7

Itália                   7,8

India                   7,6

Egito                   7,6

Espanha               4,5

Irã                       4,2

Brasil                    3,3

México                  2,1

Total:                   125,0

Área dedicada ao tomate (ha)

China               1.305.053

India                  540.000

Turquia               260.000

Egito                  195.000

Estados Unidos     172.810

Rússia                 146.000

Itália                   141.258

Irã                      130.000

Nigéria                 127.000

Ucrânia                100.000

Total mundial:  4.550.719

Fonte: FAQ

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 23h30
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A partir de 1995 a produção industrial de tomate saltou 29%, com o desenvolvimento de novos derivados como sopas, sucos, tomates dos mais diversos tipos, molhos e o desenvolvimento das redes de fast-food, com crescimento baseado na busca de maior qualidade, o que trouxe boas oportunidades ao setor.

Estima-se que a produção anual brasileira do tomate seja de três milhões de toneladas, dos quais dois milhões de toneladas, ou cerca de 77% da produção no Brasil seja para seu consumo in natura, sendo o restante utilizado para o processamento de sua polpa, normalmente feito a partir de tomates rasteiros (SEADE, 2003). Os principais estados brasileiros, responsáveis por esta produção são Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

A taxa de produção em São Paulo tem característica semelhante a do mercado brasileiro como um todo. No estado, a maior parte da produção (68%) é destinada ao consumo in natura. Em 2002, o tomate de mesa ocupava a décima terceira posição entre os produtos que compunham o ranking da produção agrícola paulista, em valor (VP). O total correspondia a R$ 325 milhões (1,56 por cento do total).

COMO COMPRAR

A maior oferta de tomate, e os menores preços, ocorrem no período de julho a outubro. No mercado são encontrados vários tipos de tomate: Santa Cruz, Caqui, Cereja e Saladinha. O tomate denominado longa vida tem maior conservação pós-colheita. No mercado, tem a mesma aparência dos outros, mas quando bem maduro e vermelho ele se mantém firme por mais tempo. Em alguns mercados também se encontra tomate Cereja e do grupo Santa Cruz de cor amarela. A cor, a firmeza e a sanidade são as características mais importantes na hora da compra. Os frutos devem estar de vez (mudando de verde para maduro) quando se pretende conservá-los em casa por mais tempo. Quando totalmente vermelhos servem para consumo imediato ou para molho. Evite comprar os frutos totalmente verdes (eles podem não amadurecer), com furos, com manchas ou ferimentos. Ao escolher os frutos deve-se evitar apertá-los ou jogá-los na banca para não estragá-los.

COMO CONSERVAR

Os tomates se conservam bem fora da geladeira por poucos dias. Tomates vermelhos se estragam rapidamente por isso, se não forem consumidos logo, devem ser colocados na geladeira, na parte inferior, dentro de sacos de plástico perfurados. Tomates de vez devem ser mantidos em ambiente natural até o completo amadurecimento. O tomate cru (inteiro ou picado) não deve ser congelado. Somente o molho de tomate pode receber este tratamento.

COMO CONSUMIR

O tomate pode ser consumido em saladas, purês, molhos, doces, geléias ou sucos. Prefira tomates maduros ou de vez, pois o tomate verde não tem valor nutritivo adequado.

Os tomates tipo Caqui são mais indicados para salada. Para preparo de molho, purê e geléia prefira os tomates Santa Cruz ou Saladinha que apresentam maior rendimento. O tomate Cereja pode ser usado inteiro como aperitivo ou em saladas.

Quando o tomate é consumido cru, principalmente com casca, é fundamental higienizá-lo bem antes do consumo. Após lavagem em água corrente os frutos são deixados de molho em água filtrada com água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água por 30 minutos).

Em seguida, devem ser enxaguados com água filtrada. Deixar os tomates de molho na água com água sanitária ou com vinagre não elimina os resíduos de pesticidas ou agrotóxicos mas elimina microorganismos que possam estar na casca e causar doenças.

DICAS

Para facilitar a retirada da pele ou casca do tomate, espete-o com um garfo e leve-o ao fogo. Mantenha-o a certa distância para não queimá-lo e vá virando o fruto lentamente até começar a soltar a casca.
Se o tomate estiver mole, deixe-o de molho em água fria ou gelada por 15 minutos. Ele ficará mais firme e mais fácil de ser cortado.

Receitas

Receita de Geléia de Tomate

Ingredientes:
1 quilo de tomate maduro
1/2 kg de açúcar
Caldo de 1/2 limão

Modo de fazer:                    

Lave bem os tomates;
Pique-os, bata-os no liquidificador e passe em peneira fina;
Elimine a parte retida na peneira e coloque a parte peneirada em uma panela, acrescente o caldo de limão e o açúcar;
Deixe ferver, em fogo brando, mexendo de vez em quando para não grudar na panela, até obter a consistência cremosa de geléia.

Sugestão:
Sirva com pães, biscoitos e torradas ou como cobertura de bolo.

Farofa Crua de Tomate

Ingredientes:
500g de tomate maduro picado em cubos;
180g de cenoura ralada em palitos;
1 xícara (chá) de milho verde;
1/2 xícara (chá) de cheiro verde;
1/2 xícara (chá) de azeitona picada;
1 ovo cozido e picado;
1 xícara (chá) de farinha de mandioca;
1 xícara (chá) de farinha de milho;
sal e pimenta a gosto;
2 colheres (sopa) de suco de limão;
2 colheres (sopa) de azeite;
1 colher (sopa) de óleo;

Modo de fazer:
Misture todos os ingredientes,
coloque numa travessa e sirva.

Sugestão:
A quantidade de farinha pode ser reduzida quando se quer a farofa mais úmida, ou aumentada para farofa mais seca.

Bolo Salgado de Tomate

Ingredientes
6 tomates cortados em cubinhos sem pele e sem sementes;
1/2 xícara (chá) de cheiro verde;
1 cebola média cortada em cubinhos;
1/2 xícara (chá) de azeitonas picadas;
3 ovos inteiros;
1/2 xícara (chá) de azeite;
1 xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo ralado;
2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
2 dentes de alho amassados;
1 colher (sopa) de fermento em pó;
Sal e pimenta a gosto;

Modo de fazer
Coloque numa vasilha o tomate, o cheiro verde, a cebola, a azeitona, o alho, o sal, a pimenta, os ovos, o óleo e misture bem;
Acrescente a farinha de trigo, o fermento em pó peneirado e o queijo ralado. Misture até formar uma massa dura;
Junte o leite até obter uma papa
grossa;
Coloque numa forma redonda com furo no meio, untada e polvilhada com farinha de trigo;
Leve para o forno pré-aquecido em temperatura alta.

Sugestão: pode-se enriquecer com milho verde ou outros vegetais.
 

Doce de tomate

Ingredientes:

1 quilo de tomate maduro e firme

700 gramas de açúcar

Modo de fazer:

Coloque os tomates em água quente e retire a pele.Retire a semente e coloque em uma panela para cozer junto com o açúcar.Cozinhe por aproximadamente 50 minutos ou pelo tempo de calda doce.

Meus amigos, o cuidado que temos que tomar com os deliciosos tomates é executar uma boa lavagem antes da sua utilização.

Recomendo deixar o tomate dentro da água, adicionando uma colher de sopa de vinagre, ou utilizando um produto adequado para a sua esterilização.

Os cuidados com a higiene são sempre fundamentais.

Um bom apetite a todos os amigos e leitores deste blog e cordial abraço.



Escrito por Maurício B. às 23h15
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SHOYU – MOLHO DE SOJA

 

Meus queridos leitores e amigos, hoje vamos falar do shoyu, um dos melhores temperos da culinária japonesa.

O shoyu acompanha qualquer prato ou alimento que os japoneses preparam.

Do sashimi (peixe cru) aos pratos cozidos e, passando pelos deliciosos sushis, tudo é acompanhado deste molho maravilhoso.

 

O shoyu, também conhecido como molho de soja, é obtido através da fermentação natural da soja, do trigo e do milho com sal marinho. É utilizado pelos orientais há milênios como condimento, conservante e emoliente.

Contém diversos aminoácidos, enzimas e sais minerais importantes para a saúde.

Ao contrário dos convencionais, o Shoyu Integral Mãe Terra não contém açúcar, nem realçador de sabor (glutamato monossódico).

Possui coloração marrom escura e é isento de açúcar.

Curiosidade: o microorganismo responsável pela fermentação dos ingredientes do shoyu é o Aspergillus oryzae.

Utilização: em substituição ao sal, em saladas, temperos, molhos, conservas, sopas, pastas, refogados, sushis, sashimis, etc.

Ingredientes: soja, trigo, milho e sal marinho.

No entanto, todas as marcas tradicionais de origem e receita japonesa tem açúcar e bastante sal.

O shoyu deve ser utilizado com muito cuidado, apesar que ele combina com inúmeros pratos, devido a sua elevada quantidade de sal.

Eu gosto muito de comer um bife de alcatra grelhado sem qualquer tempero.  Deixo o bife mal passado e retiro da chapa. Em seguida rego com shoyu. Hummmmmmmmmmmmmmm é uma delicia. 

                      

Um pouco da historia do shoyu

 

Conhecido há pelo menos 2.246 anos, o molho de soja tem tudo para se tornar um alimento mais presente no dia a dia das pessoas de todo o mundo. Dentre vários motivos para a popularização desse condimento escuro, salgado e capaz de dar sabor e aroma especial a qualquer prato, está na difusão da culinária japonesa das últimas décadas.

 

Preparado com grãos de soja fermentados e salgados por salmoura, o shoyu tem alto poder de conservação de alimentos e era essa sua finalidade original. A idéia não foi dos japoneses e sim dos chineses, que desenvolveram um molho rudimentar, feito à base de grãos mofados, para preservar os alimentos durante o transporte. Embora a soja seja cultivada na China há pelo menos 3.500 anos, seu molho é uma invenção bem mais recente.


O Japão seguiu preparando a receita chinesa até o século XV, quando desenvolveu seu próprio molho shoyu. A pasta sólida deu origem a dois produtos, o liquido shoyu e o sólido missô. Mas foi só no final do século XVI que o condimento passou a ser produzido em larga escala e comercializado. A fórmula foi diversas vezes aprimorada. O molho passou a ser feito com grãos de soja combinados aos de trigo, milho ou feijão (que suavizam seu sabor e conferem paladar levemente adocicado), água e sal. Seu principal segredo, desde o início, consiste na fermentação, processo que leva no mínimo seis meses e passa por diferentes etapas -e disso depende a qualidade do preparado.

Engana-se quem imagina que o shoyu só chegou ao ocidente recentemente. No século XVII, os holandeses descobriram os encantos do molho escuro e os levaram para a Europa, chamando-o de soy. Especula-se que era esse o condimento secreto usado nos banquetes da corte francesa de Luís XIV, servido em potinhos espalhados pela mesa, que fascinavam os comensais. O molho de soja japonês era levado para a Europa em garrafas de prata e, apesar de seu custo elevado, acabou tornando-se popular entre os nobres.

 

 

Novas descobertas da soja e do shoyu

 

A cada dia descobrem-se suas novas e importantes propriedades medicinais e por conta delas; só no último ano de 2007, o consumo do grão de soja, nos Estados Unidos, cresceu em 35%. Os nutricionistas recomendam a ingestão diária de 25g de soja ou derivados.

Já se sabe que a soja é rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas, principalmente as do complexo B. Tem ação antioxidante e previne doenças como osteoporose, câncer de mama e de colo de útero. O molho feito com seus grãos tem ainda uma vantagem adicional, principalmente na versão light, que contém menos sal. É recomendado às pessoas que brigam com a balança, por sua capacidade de enriquecer o sabor dos alimentos com baixas calorias e pouquíssimo amido - só não deve ser consumido por quem tem pressão arterial alta por conta do sal.

 

Produção do shoyu

O primeiro shoyu surgiu exatamente do missô. Não tinha esse nome, até hoje é chamado de tamari, que era o caldo que se formava na superfície do missô. Ainda hoje, em Nagoya se faz o tamari, raro e caro.

O shoyu é um tempero bem antigo utilizado na culinária japonesa, há mais de 2.000 anos. Antes dele, os condimentos mais comuns eram o sal, o vinagre e o missô. O sashimi era acompanhado por um molho à base de umê, flocos de bonito seco e saquê.

Apenas soja, trigo, fermento, água e sal entram na produção do shoyu. A soja é cozida, o trigo é torrado e triturado, e ambos são misturados antes de receberem o fermento (o mesmo que se usa para produzir o missô). A mistura é fermentada por cerca de 3 dias, sendo revolvida sempre que a temperatura da massa se aproximar de 40 graus. Por fim, acrescenta-se sal, água e a mistura vai para tanques, onde aguardará cerca de um ano para ser filtrada, pasteurizada, envasada e consumida.

Claro, isso é o método fermentado e tradicional. Hoje existe também a produção industrial que alguns preferem chamar de sintética, na qual os aminoácidos da soja são separados por hidrólise, acrescenta-se caramelo e aromatizantes e é possível obter um molho em uma semana. Mas não se engane, o shoyu fermentado é mais saboroso, com uma coloração levemente avermelhada, translúcido e brilhante.

Eu recomendo aos meus amigos e leitores o uso do shoyu com  muita moderação.  Se for um shoyu salgado você deve reduzir a dose para consumo, principalmente para as pessoas com problemas de saúde.  Como o shoyu é bem salgado, pode fazer mal para as pessoas que apresentam problemas de pressão bem elevada (hipertensão).

No entanto o mercado já oferece tipos mais leves, com menos sal.

Um bom apetite a todos os amigos e leitores deste blog. Não se esqueçam, usem o shoyu com moderação.



Escrito por Maurício B. às 23h01
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Doozo Meshiagari Kudasai (Por favor, sirva-se).

Hoje meus amigos vou falar sobre um prato bem apreciado por brasileiros e japoneses.

Um dos pratos japoneses mais conhecidos e apreciados é o Yakisoba, que significa macarrão frito. De fácil preparo e custo acessível o Yakisoba tornou-se bastante popular em terras estrangeiras.
Saboroso, leve e nutritivo, e muito gosto de ser preparado  nos finais de semana para ser servido aos amigos e familiares. É um prato que dispensa acompanhamentos.
                         

 

Yakisoba de Carne

 

Ingredientes:

1 pacote (500 gramas) de macarrão para Yakisoba

250 gramas de filé mignon (ou alcatra) em tiras finas

4 folhas de acelga cortadas em cubos

4 folhas de repolho cortadas em cubos (Kyabetsu)

8 vagens de ervilha torta

1 cenoura média cortada em diagonal bem fino

8 vagens cortadas em diagonal bem fino

5 flores de couve flor cortados em 5cm

5 flores de brócolis cortadas em 5 cm

1 pimentão verde cortado em cubos

5 cogumelos frescos (Shitake ou Shimeji)

2 colher (chá) de gengibre ralado

1 cebola média cortada em rodelas

250 ml de caldo de carne ou caldo de carne em tabletes

50 ml de Shoyu

4 colheres (sopa) de molho para Yakisoba

15 ml de saquê

10 gramas de Aji No Moto

- pimenta-do-reino branca ao gosto

100 ml de óleo de gergelim torrado

 

Macarrão:

Cozinhe o macarrão para yakisoba até ficar ao dente, escorra toda a água e reserve.

Um detalhe muito importante deve ser observado; Cozinha-se o macarrão ao dente, mas depois a ele vai ser adicionado um molho quente; O yakisoba vai ser ainda aquecido outras vezes, o que leva ao máximo do cozimento do macarrão, fazendo com que ele derreta-se ou quebre-se ao ser tocado.

Aqueça o óleo de soja numa panela wok, um tacho ou uma frigideira grande e frite o macarrão até ficar um pouco firme sem deixar queimar.

Retire o macarrão da frigideira e deixe o óleo escorrendo do macarrão numa assadeira, pegue este macarrão já seco e coloque numa travessa média.

 

Molho

A grande sacada do yakisoba  é preparar o molho em casa, evitando utilizar molhos prontos.

É muito fácil e mais saboroso.

Coloque três carcaças de frango em cinco litros de água e deixe cozinhar por umas três horas, reduzindo-se o caldo para dois litros, aproximadamente.

Ao finalizar o molho coloque quatro colheres de óleo de gergelim torrado e cozinhe por mais três minutos.

Rale uma cebola média e frite com pouco óleo vegetal até dourar. Adicione a cebola ao molho, junte as duas colheres do gengibre e cozinhe por mais três minutos.

A textura do molho deve ser cremosa e brilhante.

 

Carne

Frite a carne rapidamente evitando que ela endureça muito. Não adicione a ela qualquer quantidade de sal, apenas duas colheres de óleo de gergelim torrado.

Se adicionar carne de frango ou frutos do mar, repita a mesma operação igual ao da carne.  reserve.

 

Preparo

Em uma chapa ou frigideira grande frite cada verdura ou legume separadamente. Inicie pelos legumes e ao final as verduras. 

Vá fritando sem deixar amolecer cada ingrediente.

Lembre-se que o yakisoba exige que os legumes e as verduras estejam bem crocantes.

Frite delicadamente o macarrão já cozido e coloque junto com os legumes e as verduras.

Adicione a carne (ou as carnes e os frutos do mar, caso seja um yakisoba especial).

Coloque o molho por cima e mexa delicadamente todos os ingredientes.

Aqueça novamente para servir.

Sirva quente.

 

Dicas

- O macarrão para Yakisoba pode ser substituído por macarrão instantâneo tipo Miojo/Lamen, mas o resultado nem sempre é o mesmo.

- Você poderá misturar carnes de frango e boi no preparo do yakisoba.

-  Uma dica muito especial é preparar o yakisoba especial, que é a mistura de frutos do mar e carnes, no mesmo prato.

- Por último você pode polvilhar Algas Marinhas ressecadas (Nori).

- Qualquer um dos ingredientes que eu citei podem ser retirados ou novos ingredientes podem se adicionados, de acordo com a sua preferência.

- Você poderá substituir a pimenta do reino por pimenta rosa, que é muito mais saborosa.

- Nunca utilize mais do 10% de shoyu no total do liquido adicionado ao prato, evitando que ele deixe muito salgado.

Aos amigos os meus sinceros agradecimentos pelo apoio e carinho dos amigos e leitores deste blog.

Um bom apetite e um bom proveito a todos.



Escrito por Maurício B. às 12h32
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Meus amigos e leitores do blog, minhas cordiais saudações.

Hoje vamos falar desta deliciosa salada ou prato de entrada.

Utilizamos duas verduras muito gostosas, o HAKUSAI e o HORENSO.

Estas verduras são muito utilizadas nos restaurantes japoneses.

 

             

 

HAKUSAI com recheio de horenso (espinafre japonês). Ele serve de ingrediente de um prato chamado YOSENABE, mas é uma deliciosa salada ou prato de entrada.

No entanto, você pode fazer esse prato e servir como entrada e servido frio.

O HAKUSAI é a acelga facilmente encontrável em qualquer lugar do país.

Já o HORENSO é uma verdura que só encontramos no período de inverno e somente nas regiões onde residem japoneses e seus descendentes.

É difícil encontrar o HORENSO, mesmo em São Paulo, fora do inverno, onde existem mais de 800 restaurantes japoneses, e em uma colônia com mais de 800.000 japoneses e seus descendentes.

Mas é uma verdura deliciosa.

Ela é consumida aferventando-se em água bem quente.

 

Os ingredientes são

1 maço de HAKUSAI

1 maço de HORENSO

 

Rendimento

Você vai servir com certeza umas dez pessoas utilizando 1 maço de cada verdura.

 

Modo de preparo do HAKUSAI (acelga)

Retire as folhas de acelga do maço e cozinhe durante três minutos. Retire e deixe escorrer e esfriar.

 

Modo de preparo do HORENSO (espinafre japonês)

Ferva em uma panela grande com bastante água. Quando a água ferver coloque o maço (já lavado) na panela e desligue o fogo.

Deixe o HORENSO durante dois minutos, retire e deixe esfriar.

Com as mãos esprema com cuidado para retirar toda a água da verdura

 

Montagem do prato

Estique as folhas de HAKUSAI em cima da tábua de carne, coloque o HORENSO no meio e enrole no sentido do cumprimento.

Faça cortes de 8 a 10 centímetros e monte em uma travessa.

Se você desejar poderá fazer cortes menores de seis centímetros de cumprimento.

 

Preparo do dashi

Dashi é um caldo que é utilizado em qualquer prato japonês.

1 litro de água fria.

½ envelope de hondashi

1 pedaço de kombu de 10 centimetros.

½ envelope de katsuoboshi

Ferva durante 15 minutos, deixe esfriar e coe com uma peneira bem fina.

Aproveite somente o líquido, desprezando as demais partes.

Para a receita descrita você vai utilizar quase todo o molho obtido.

 

Molho principal do prato

3 copos de dashi

2 colher de açúcar

3 colher de shoyu

1 pitada de sal

2 colher de saquê

2 colher de saquê mirim

 

Se você quiser fazer porções menores basta fazer um cálculo proporcional.

Aos meus amigos e leitores deste blog os meus sinceros agradecimentos pelo carinho, leitura e atenção.

Bom apetite a todos vocês.



Escrito por Maurício B. às 12h25
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Meus amigos e leitores, a matéria do dia é a berinjela. Ela é considerado um fruto e de fácil cultivo. 

Se você adquirir um saquinho de sementes em uma casa especializada poderá plantar no seu jardim.

A berinjela é muito utilizada na culinária internacional, principalmente na cozinha japonesa.

BERINJELA

A beringela ou berinjela é o fruto da planta Solanum melongena, uma solanaceae arbustiva, anual, originária da Índia, considerada de fácil cultivo nos trópicos, e que pertence à mesma família do pimento, da batata e do tomate. É sensível ao frio, a geadas e ao excesso de chuva na altura da floração. A época de plantio, no hemisfério norte, é de Setembro a Fevereiro e, em regiões de clima quente, o ano todo.

História

                            

Segundo alguns historiadores, seu cultivo começou como planta ornamental na Índia há cerca de quatro mil anos tendo chegado à Europa no século XIII através dos árabes da Península Ibérica, pois eram e são grandes apreciadores desse fruto.

                             Beringela ou Berinjela?

No Brasil há muita dúvida e erros de ortografia sobre a escrita deste nome. Segundo o Dicionário Aurélio da língua portuguesa, no português brasileiro o correto é berinjela (com J). Já em Portugal o correto é beringela (com G).

Tipos

Existem vários tipos desse fruto que diferenciam-se pela sua cores as mais comuns são o vermelho escuro ou roxo, mas pode também ser branca, embora esta seja rara.

De polpa macia e flexível, tem uma película lisa e lustrosa que a envolve. No mercado português as variedades mais comuns são a híbrida, grande e roxa, a híbrida super F-100, no tom vermelho escuro brilhante e a embu, de cor roxa avermelhada, todas com pedúnculo verde.

A berinjela chamada de japonesa tem muito menos semente e fica melhor quando é utilizada em pastas e antepastos.

Uso medicinal

A berinjela: os naturalistas recomendam o seu consumo, para previnir alguns males referentes ao fluxo sanguíneo

Estudos recentes demonstram que a berinjela tem mostrado eficácia no tratamento de hipercolesterolémia e no controle do colesterol. Recentemente, uma pesquisa realizada no Instituto de Biociências da UNESP de Botucatu - São Paulo, revelou que a berinjela pode reduzir até 30% as taxas do colesterol. Porém, ainda não se sabe qual o princípio ativo responsável pela redução das taxas de colesterol, mas os cientistas suspeitam de um alcalóide existente na berinjela.

Por ser essa fruta rica em proteínas, vitaminas (A, B1, B2, B5, C), minerais (cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio) e alcalóides, que atuam diminuindo a pressão sanguínea, prevenindo a arteriosclerose, os naturalistas recomendam o seu consumo, para previnir alguns males referentes ao fluxo sanguínea.

Também é recomendada nos casos de artrite, apresentando bons resultados na gota e no reumatismo, bem como na diabetes e nas inflamações da pele em geral.

É também muito digestiva, nutritiva e laxante, por esse motivo é indicada nos casos de desnutrição, indigestão e prisão de ventre. O consumo da berinjela está também indicado para problemas do fígado e do estômago.

DICA: Para efeito medicinal, também pode ser usada cortada em pedacinhos com casca e colocado em um vasilhame de água na geladeira e beber 200 ml 3 vezes ao dia (nos casos de crise: diabete alta, hipertensão) e para manutenção diminuir a dose. Não deve ser usada com freqüência, para que não haja hipoglicemia ou outros problemas de saúde. Usar 15 dias e descansar um semana e continuar se precisar após os exames. Não deve ser usado para perda de peso, pois se a pessoa não tiver nenhum desses problemas de saúde como diabetes, hipertensão e outros, pode ser danoso para a mesma, podendo causar, inclusive, baixa da hemoglobina, causando anemia.

DICA: As melhores berinjelas são as de estrutura firme e cascas bem brilhantes. As opacas e amolecidas já estão velhas e perderam um pouco suas propriedades nutricionais.

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 22h19
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Uso culinário

Pode ser usada no preparo de pratos como o cuscuz, suflê, torta, salada, recheada, entre outras várias formas na cozinha. Também é muito boa para fazer lasanha.

Curiosidades

  • Com a berinjela é possível fazer tortas de sabor agradável. É vendida em pó como fitoterápico.
  • Cozida, frita, assada ou grelhada, a berinjela combina bem com pimentão, tomate, cebolas e azeitonas, tornando-se um ótimo acompanhamento para carnes grelhadas e assadas. Também se podem fazer gostosas porções com vinagre com sabor característico.
  • Se guardada dentro do frigorífico, num saco plástico, dura de uma a duas semanas.
  • Para retirar o gosto amargo que a caracteriza, corte-a ao meio, esfregue com sal e escorra, ou deixe-a aberta coberta com água e sal, limão ou vinagre, durante, pelos menos, 15 minutos. Escorra em seguida e seque com papel absorvente.
  • Uma boa maneira de aproveitar todas as suas propriedades sem sentir o sabor amargo do fruto é cortar em pequenos cubos e misturar ainda cru aos alimentos, no momento da refeição.

Antepasto de berinjela

Ingredientes:

3 berinjelas grandes
1 pimentão verde
2 cebolas grandes
4 colheres (sopa) de vinagre
3 folhas de louro
Sal a gosto
1 pimentão vermelho.

Ingredientes para o tempero:

1 xícara (chá) de salsinha picada
4 dentes de alho amassados
1/4 xícara (chá) de azeite de oliva.

Preparo da berinjela:

Lave as berinjelas, despreze as pontas e corte-as com a casca em cubos pequenos.

Lave os pimentões, tendo o cuidado de retirar todas as sementes e corte-os em cubos pequenos.

Descasque as cebolas, faça cortes no sentido do comprimento para obter as pétalas. Misture muito bem esses ingredientes, tempere com sal a gosto, junte as folhas de louro e acomode em uma assadeira grande, Leve ao forno para assar em temperatura mínima de (120º) por aproximadamente 30 minutos. Retire, adicione o vinagre e o açúcar mascavo. Misture muito bem e retorne ao forno por mais 20 minutos. Adicione o tempero. Sirva em pão italiano escavado.

Preparo do tempero:

Misture a salsinha, o alho e o azeite. O tempero deve ser adicionado assim que a berinjela sair do forno.

SALADA DE BERINGELA

Ingredientes

6 berinjela cortada em tiras
1 pimentão vermelho em tiras
1 pimentão verde em tiras
1 pimentão amarelo em tiras
1 xícara de azeitona preta picada
1 xícara de azeitona verde picada
1 xícara de uva passa preta
1 xícara de uva passa branca
4 dentes de alho cortada em lamina
2 pimenta dedo de moça em tirinhas
1 lata pequena de azeite
3 colher de vinagre
1 vidro de cogumelo 
sal
orégano

Modo de Preparo

Em uma travessa de vidro coloque os pimentões em tiras, as azeitonas preta e verdes picadas, a uvas passas, preta e branca, os dentes de alhos em laminas, a pimenta dedo de moça cortada em tirinhas, os cogumelos, as berinjela em tiras. Tempere com azeite, o vinagre, o sal, e o orégano.

A quantidade de sal e orégano fica de sua preferência. Misture tudo e coloque em uma travessa de vidro tampando com papel alumínio e leve para assar ao forno por 30 minutos. A salada pode ser servida quente ou gelada, acompanhada com torrada ou pão

Sírio.

     

Yakinasu

Simples, gostoso e fácil de ser preparado. Assim pode ser definido o yakinasu, ou berinjela grelhada, um prato tradicional da culinária japonesa, e bastante acessível para os brasileiros.

O segredo do modo de preparo é grelhar bem para que a berinjela fique macia por dentro. Assim, é possível senti-la derretendo na boca na hora de saboreá-la

Segue uma dica: vale a pena comer um yakinasu acompanhado com gohan e missoshiro na hora do jantar.

O prato, que é saudável e leve, é uma boa pedida para quem já está enjoado de comida do dia a dia.

 

Ingredientes
1 berinjela
1 colher de sopa de missô
1 gema de ovo
2 colheres de sopa de açúcar
25 ml de saquê
25 ml de saquê mirim
cebolinha a gosto

 

Preparo do prato

Asse a berinjela no forno médio por 15 minutos.

Tire a casca.

Em uma vasilha, misture o missô, a gema de ovo, o açúcar, o saquê e o mirim.

Despeje o molho sobre a berinjela.

Leve a berinjela à grelha até dourar levemente.

Espalhe a cebolinha fatiada por cima e sirva.

 

Meus amigos, espero ter ajudado com estas receitas de berinjela.

Berinjela combina sempre com inúmeros pratos.

Um grande abraço aos meus amigos e leitores deste blog e um bom proveito.

 



Escrito por Maurício B. às 22h12
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Meus amigos e leitores deste blog a minha sincera saudação. Hoje o tema é o QUEIJO MINAS.

Optei por este tipo de queijo porque ele é fácil de ser feito, mesmo nas grandes cidades.

O queijo apresenta inúmeras vantagens para o seu consumo diário.

O queijo é gostoso para ser consumido a qualquer momento, além do café da manhã.

O queijo, fresco ou com meia cura pode ser adicionado em saladas, integrar uma omelete ou mesmo fazer parte de um delicioso risoto.

Aqui vai uma receita simples para ser feita em casa.

 

 

QUEIJO MINAS

O queijo Minas Padrão é um queijo de simples elaboração e de muita versatilidade na culinária, sendo inclusive ingrediente para o famoso pão de queijo. Esta receita é elaborada para se fabricar 2 queijos com aproximadamente 1/2kg cada um. Sugerimos a aquisição do Kit para Fabricação de Queijo Minas Padrão, que inclui todos os utensílios e ingredientes necessários à fabricação (exceto leite).

Este kit é vendido em lojas especializadas em venda de artigos de culinária.

 

Ingredientes e utensílios

 

10 litros de leite pasteurizado (em saquinhos), leite tipo “C” ou “B”.
5 ml de cloreto de cálcio;
7 ml do coalho (dissolvido em 3 colheres de água filtrada).
01 envelope de fermento para queijo
01 termômetro para laticínios
02 formas para queijo Minas Padrão 1/2 kg


Atenção


Se utilizar leite pasteurizado em saquinhos, leia no rótulo se ele é  homogeneizado, este tipo de processo feito no leite, dificulta a formação do queijo.

Caso utilize leite direto da fazenda (algo muito difícil para quem reside nos grandes centros), é necessário que efetue a pasteurização; leia ao final desta receita como pasteurizar em casa o leite.

O leite UHT (leite em caixinha) não serve para fabricação de queijos.

                                           Como fazer

Coloque o leite na panela e aqueça até atingir a temperatura de 36ºC (utilize o termômetro para controlar a temperatura).
Desligar a chama e fazer a adição dos ingredientes, distribuindo de forma uniforme sobre o leite e mexendo por 1 minuto para cada adição (o coalho deve ser sempre o último ingrediente a ser adicionado).

Após a adição do coalho, deixar o leite em repouso por um período de 40 minutos, verificando se ocorreu a formação de uma coalhada lisa, firme e compacta (observe se a mesma começou a se desgrudar da panela; este é um sinal do ponto para se cortar a coalhada).
Com o auxílio da faca, faça cortes paralelos e cruzados pela extensão da panela, numa distância de uns três centímetros entre um e outro corte.

Após o corte, deixe em repouso por 5 minutos (observe a formação de um soro com tonalidade esverdeada, isto é um bom sinal de que tudo está correndo bem).

Após o repouso, inicie a mexedura, com movimentos circulares e lentos, por toda extensão e profundidade da panela. À medida que a massa vai se firmando, mais soro vai sendo expulso de seu interior e a massa vai ficando mais rígida.

                                             O Ponto

O ponto do queijo ocorre após 45 minutos contados a partir do momento do corte, com os grãos apresentando certa firmeza.
Após o ponto retirar a totalidade do soro e deixar a massa compactada como se fosse um único bloco.
Adicionar o sal dissolvido em uma pequena quantidade de soro (1 copo aproximadamente) sobre a massa e fazer uma mistura de maneira uniforme. A massa deverá ser depositada nas formas, revestidas com o dessorador, tampadas e finalmente prensadas.

                                           Como Prensar

 

As formas podem ser colocadas umas sobre as outras e sobre a primeira (de cima para baixo), coloca-se um peso de um saquinho de sal ou outro tipo de peso que tenha em casa.
Deixar por um período de 1 hora e meia.
Depois de corridos este tempo, retira-se os queijos da forma, virando-os (ponta à cabeça) e deixando por mais 1 hora e meia.
Após a prensagem, desenformar os queijos, retirar possíveis rebarbas de massa com uma faca e novamente prensar sem o desossador, por um período de 30 minutos. Após este período, deixar os queijos em local fresco e arejado com as formas.

 

Como pasteurizar o leite cru para fabricação de queijo


O leite deve ser coado e aquecido até atingir a
temperatura de 65ºC que deverá ser mantida por 20 minutos (utilize o termômetro para controlar a temperatura e mexa lentamente para distribuir uniformemente o calor. Depois de 20 minutos, resfrie para a temperatura de adição do coalho (normalmente na faixa de 36 a 38ºC) . Esta metodologia deve ser aplicada somente para a fabricação de queijos.

Sempre utilize o leite de animais sadios e que não estejam em tratamento com algum tipo de antibiótico.  Como esta informação será muito difícil de ser obtida, faça o uso do leite de saquinho adquirido nas padarias ou nos supermercados.

                                        Uma dica final

Você poderá adicionar ao queijo, durante o processo de sua formação, alguma erva aromática, enriquecendo ainda mais o seu queijo caseiro.

Mas tome cuidado para evitar excessos e mistura de ervas.  Utilize ervas já conhecidas (orégano, sálvia, alecrim, manjericão, etc.) e em pouca quantidade.  Para um queijo de meio quilo coloque no máximo as folhas de dois ramos de uma única erva.  Se for o orégano utilize no máximo uma colher de chá.

Meus amigos, espero ter ajudado com esta receita.

Um grande abraço aos meus amigos e leitores deste blog e um bom proveito do seu queijo caseiro.



Escrito por Maurício B. às 21h49
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Olá meus amigos e leitores.  Hoje uma dica muito interessante para você soltar a sua criatividade e fazer em casa um prato igual ao produzido pelos grandes chefs ou por um sushiman.

Trata-se do tartare, um prato delicioso que junta peixe, camarão, abacate e muita criatividade. É uma maneira diferente de preparar o peixe cru.

No final desta matéria eu deixo uma gostosa dica para você ser criativo e sofisticar este prato.

 

TARTARE DE NAMORADO

Ingredientes

Para o tartare

- 200 g de camarões médios, limpos
- 600 g de filés de namorado sem pele
- 200 g de abacate firme, descascado
- 2 colheres (sopa) de cebolinha verde fatiada
- 1 colher (chá) de folhas de manjericão fatiadas

Para o molho

- 1 colher (chá) de mostarda de Dijon
- Sal e pimenta rosa moída fina
- 1 colher (sopa) de suco de limão
- 4 colheres (sopa) de azeite

Para servir

- 1 pacote de batatas chips

Modo de preparo do prato

Comece preparando o molho: misture a mostarda, o sal, a pimenta e o suco de limão e incorpore o azeite aos poucos, batendo vigorosamente para emulsionar. Reserve.

Tartare

Escalde rapidamente os camarões em água fervente (não mais que dois minutos), escorra e passe para uma travessa com água e gelo. Deixe descansar por dois minutos, escorra e corte em cubos pequenos. Corte os filés de namorado também em cubos pequenos. Descasque o abacate e corte-o em pedaços de tamanho parecido com os do peixe, salpicando com um pouco de suco de limão para que não escureça. Misture o namorado com o abacate, o camarão, a cebolinha verde e o manjericão e acrescente o molho, misturando com delicadeza. Prove e corrija o sal e a pimenta, se necessário. Sirva com batatas chips, como entrada ou como aperitivo.

Uma dica para você imitir o trabalho de um Chef:

 

Não use batata chips para acompanhar o prato.  Você vai ousar e elaborar algo muito mais delicado.

Pegue duas peras maduras, mas firmes e corte em laminas não muito finas (aproximadamente 4 milímetros).

Pegue uma forma coloque um papel manteiga e unte bem de leve com margarina de uso doméstico (ou manteiga).

Coloque as laminas da pêra e leve ao forno para tostar.

Quando estiverem coradas retires as laminas das peras e decore o seu prato.

Além de delicioso o prato fico muito bonito.

Se desejar mais alguma dica escreva-me através do meu e-mail citado bem na abertura da página do nosso blog.

Um bom apetite aos meus amigos e leitores.



Escrito por Maurício B. às 21h32
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Meus amigos, hoje eu falo de horóscopo japonês a pedido da LUCIANA uma amiga de culinária que apesar de ser uma nikkey não sabia nada sobre o horóscopo japonês.

Ocorre que eu também não sei nada, mas fui buscar informações para deixar aqui no nosso blog.

As informações abaixo eu obtive em um site cujo endereço eu menciono ao final desta matéria.

 

                      

 

HOROSCOPO JAPONÊS

 

Uma das diferenças do Horóscopo Japonês com o Horóscopo Chinês é que o ano astral chinês se inicia na primeira lunação do ano, que geralmente cai no período do signo de Aquário.
Pelo zodíaco japonês o ano é auspicioso para os seres positivos. Todos os signos estão favorecidos, alguns mais e outros, menos, mas no geral todo mundo vai sair no lucro, desde que adote o caminho certo da honestidade.

No Horóscopo Zenchi Junichi Onmyodô (também conhecido como Horóscopo Japonês) o signo animal é determinado pelo ano de nascimento da pessoa, iniciando sempre no dia 01 de janeiro, o Ano Novo Solar, que os nipônicos chamam de Oshogatsu. Nesse aspecto existe uma diferença com o Horóscopo Chinês, cuja contagem fundamenta-se no Ano Novo Lunar (12 meses e 29 dias). Os japoneses chamam a primeira lunação do ano de Koshogatsu (Pequeno Ano Novo) e nesse dia reverenciam a Lua, pois começa nesse dia a regência do animal-signo na Roda do Destino, que este ano (2008) teve início no dia 7, quando a deusa-Sol (Amaterassu Omikami) passou a iluminar a Casa do Rato. Isso significa que enquanto no Horóscopo Chinês existe apenas um signo Regente do Ano (Rato), no Horóscopo Zenchi além do animal simbólico do ano existe o animal regente do mês. Para saber a que signo você pertence no Horóscopo Japonês, clique no link e insira os dados do seu nascimento.

Outro ponto diferencial no horóscopo japonês, o signo animal é determinado pelo ano do nascimento da pessoa. Nesse aspecto existe uma diferença com o Horóscopo Chinês, cuja contagem fundamenta-se no Ano Novo Lunar (12 meses e 29 dias). Os japoneses chamam a primeira lunação do ano de Koshogatsu (Pequeno Ano Novo) e nesse dia reverenciam a Lua, pois começa a regência do Nobre Animal-Signo na Roda de Destino.

Outra diferença do horóscopo Chinês está nos animais-signos. Onde no Chinês usa: Búfalo, Cabra, Porco, no japonês usa-se: Boi, Carneiro e Javali.

Um detalhe muito importante para você saber se está lendo horóscopo japonês ou horóscopo chinês é observar a palavra ANO que no japonês sempre vem junto com o animal signo. Por exemplo, no Japão se diz: "Sou do Ano do Cachorro" ou "Sou nativo do Ano do Javali".

                    Horóscopo Chinês X Horóscopo Japonês

Os japoneses são mestres em melhorar a idéia dos outros. Isso pode ser facilmente notado, observando o desenrolar de várias situações. Para citar um exemplo recente, o desenho Dragon Ball Z tomou emprestado o clássico conto chinês Songoku, e tivemos o fenomenal animê que empolgou o mundo todo. Com o horóscopo chinês aconteceu a mesma coisa:

                                          China

Na China, o Imperador de Jade figura como personagem principal. Em algumas lendas, aparece o próprio Buda. Na astrologia chinesa, a base principal é o calendário agrícola, o ano astral começa na primeira lunação do ano. Portanto, a data de início do ano astrológico é variável a cada ano.

                                           Japão

Já o horóscopo japonês adotou a mesma raiz, só que os regentes foram substituídos por deuses xintoístas. O xintoísmo é a religião oficial do imperador. No Japão, até a Segunda Guerra Mundial, o imperador era considerado um deus, descendente direto de Amaterassu, a deusa Sol, do xintoísmo. Para não complicar muito, o ano pelo horóscopo nipônico se inicia no oshogatsu, o primeiro dia do ano novo.

O meu horóscopo japonês é o Coelho (Usagi)

Características Gerais do Signo do coelho (usagi)

O nativo do Ano do Coelho é o signo mais afortunado do Onmyodô Zenchi Junishi, também conhecido como horóscopo japonês, pois ele é símbolo da longevidade. O nato do Ano do Coelho representa a graciosidade, boas maneiras, sensatez, bondade e sensibilidade. O nativo deste signo é um diplomata por natureza, um político nato, mas leva uma vida calma valorizando a paz e a tranqüilidade. Como um bom afortunado, ele terá muito sucesso nos seus negócios e ascenderão rapidamente em qualquer carreira que escolher. O Coelho confia muito no seu próprio julgamento e é o signo mais próximo da felicidade.

Se o que eu apurei é verdade, ou não, os meus amigos e leitores poderão analisar posteriormente.

Se você meu leitor e amigo desejar mais informações sobre o horoscopo japonês acesse o site do UOL no endereço:  http://www1.uol.com.br/bemzen/novosoraculos/horoscopojapones/ e obterá muitas outras informações.

Um cordial abraço a todos vocês.



Escrito por Maurício B. às 13h08
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A Arte da Cozinha Japonesa

-Consultoria para restaurantes

-Elaboração de cardápio

-Elaboração de ficha técnica de cardápio

-Manual de Treinamento em Culinária

-Cursos de Culinária Japonesa

-Eventos

-E-mail: iontec.@uol.com.br

A comida japonesa alimenta o corpo e a alma humana.

A beleza e a apresentação dos pratos são um bálsamo para os nossos olhos.

No que depender de mim (um purista assumido do nihon shoku), 

a arte culinária japonesa continuará a beber na fonte da sua tradição,

que tem a sabedoria secular, mas que jamais fechou os olhos para a modernidade.

A culinária japonesa nascida do delicioso e tradicional oshizushi,

passou pelas adaptações do sushi kansai, chegando aos dias atuais

com os modernos uramakis, califórnia, hot roll e tartar coberto com as ovas de tobikô.

 


 

Quais os motivos que levaram-me a escolher a culinária japonesa

 

Aos 11 anos de idade apaixonei-me pela cultura japonesa.

Ao completar 15 anos de idade fui estudar o NIHON-GÔ, ou a língua japonesa.

Matriculei-me no KAIKAN na Cidade de Marília e comecei os meus estudos naquele NIHON GAKÔ.

O meu sensey (professor) era japonês legítimo e o relacionamento era muito complicado.  Todos os outros alunos eram descendentes de japoneses. Com dedicação, interesse e uma dose de paciência do sensey permaneci ali durante bons tempos, aprendendo a ler e escrever o HIRAGANÁ, o KATAKANÁ e o KANJI.

A música japonesa (a atual, o enka, o new-enka, o pop, o rock -  todas elas sem qualquer exceção) proporcionam-me alegria, prazer e satisfação pessoal. Ela soa nos meus ouvidos como algo maior e superior, e agrega valores intimos, aumentando a minha sensibilidade e a minha emoção.

Quando eu cozinho ao som da música japonesa, percebo que o resultado na elaboração dos pratos é muito melhor.

Essa mistura de cultura, comidas típicas, músicas e os costumes do povo japonês, são para mim o tempero e os rumos da minha existência material e espiritual.

Por tudo isso escolhi a cozinha japonesa, tradicional e contemporânea.



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