Cozinhando e conversando com Maurício B.


MISOSHIRU

 

 

Olá meus amigos e leitores.

Hoje falo sobre a deliciosa sopa japonesa, o misoshiru. Para alguns é apenas um caldo quente. Divergências de entendimentos à parte, trata-se de uma das delicias da cozinha japonesa tradicional.

Não dá para ficar sem misoshiru, seja no calor ou no frio.

O misoshiru é um dos pratos mais básicos da culinária japonesa, e curiosamente um dos que possui mais variações. Servido em tigelas pequenas, é tão básico que os japoneses tomam misoshiru no café da manhã, no almoço e no jantar, quando se segue um cardápio tradicional. No Japão é difícil tomar um misoshiru igual ao outro - cada província e cada cidade prepara a pasta e o caldo de uma forma diferente da outra.

Como o misoshiru é tomado pelos japoneses desde a mais tenra idade, em casa ou nas escolas, ele é também um prato que remete à infância. Na fase adulta, o misoshiru é quase uma necessidade quando se está resfriado, e algo que conforta o paladar e o corpo.

No Brasil há famílias que ainda fazem pastas de missô caseiras, mas a maior parte das pessoas consome pastas industrializadas. No país vende-se pasta de missô de fabricação nacional e algumas importada do Japão. Há uma diferença fundamental entre ambas: as nacionais são levemente mais salgadas que as importadas.

E há dois tipos básicos de pasta de missô: as mais escuras (ou avermelhadas, chamadas de akamiso) e as mais claras (brancas, embora na prática sejam caramelo-claro, chamadas de shiromiso).

Além da pasta de missô, algo fundamental para se fazer um misoshiru é o katsuo-konbu dashi, um caldo à base de alga marinha e peixe, básico para a maioria das sopas e consomês da culinária japonesa. Na falta dele, pode-se usar um caldo de peixe industrializado chamado hondashi.

 

Abaixo algumas receitas para  o preparo de um delicioso misoshiru.

 

TOOFU TO NEGI NO MISOSHIRU

(Caldo de Pasta de Soja com Queijo de Soja e Cebolinha)

 

Ingredientes:

1 tofu (queijo de soja) pequeno, ou meio toofu de tamanho-padrão, picado em cubinhos de aproximadamente 1 cm2.

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

 

opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

 

Esta é a receita mais comum de preparo de misoshiru. Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água e o hondashi) e o missô, e mexa até dissolver. Acenda o fogo em chama alta, acrescente o toofu picado e espere ferver. Assim que a fervura levantar, leve ao fogo médio e deixe ferver por mais dois minutos. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

KAI NO MISOSHIRU 

(Caldo de Pasta de Soja com Vôngole)

 

Ingredientes:

Meio quilo de kai (vôngole) inteiro, nas conchinhas - verifique se estão frescos, cujo sinal visível é estarem fechados

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

 

opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

 

Deixe os vôngoles de molho em água fria numa panela por 1 hora (eles se abrirão um pouquinho e soltarão parte da areia que está dentro deles). Passe-os para um escorredor e lave-os um a um sob água corrente (de preferência use uma escova, como as de lavar as unhas), pondo os lavados num caldeirãozinho com a água que será usada para fazer o caldo. Ponha os vôngoles para ferver no katsuo-konbu dashi (ou na água com o hondashi) em fogo alto - a água em ebulição ficará com uma espuma na superfície e os vôngoles irão se abrir. Mude para fogo baixo e com uma escumadeira tire a espuma da superfície. Em seguida, acrescente o missô e mexa até dissolvê-lo. Deixe ferver por mais dois minutos. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 14h55
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TAMAGO NO MISOSHIRU

(Caldo de Pasta de Soja com Ovo)

 

Ingredientes:

1 ovo

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

 

Opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

 

Esta versão é também conhecida como misoshiru com fio de ovo à chinesa. Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água, o hondashi) e o missô, e mexa até dissolver. Acenda o fogo em chama alta e deixe o caldo ferver. Numa tigela em separado, bata um ovo e assim que o caldo estiver borbulhando, jogue o ovo batido no caldo. Rapidamente se formará uma fina camada de ovo cozido na superfície. Mexa um pouco e desligue o fogo. Distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

DAIKON TO  GOBO NO MISOSHIRU

(Caldo de Pasta de Soja com Nabo e Raiz de Bardana)

 

Ingredientes:

1 gobo (raiz de baradana) descascada e picada em lascas ou pedacinhos finos (3 cm de comprimento)

1 pedaço de daikon (100 g) descascado e cortado em tirinhas finas

1 litro de katsuo-konbu dashi ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de missô (pasta de soja)

1 pé de negi (cebolinha verde) picado

 

Opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico)

Opcional - 1 fatia de age (fatia de queijo de soja frito)

 

Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água e o hondashi), o gobo e o daikon, e mexa até dissolver. Acenda o fogo em chama alta e espere ferver. Assim que a fervura levantar, leve ao fogo médio, acrescente o missô e deixe ferver por mais dois minutos. Se fôr usar o age, ponha-o no congelador até endurecer (isso facilita quando se quer cortar o age em tiras finas). Coloque as fatias de age numa tigela e deixe-as de molho em água por um minuto. Escorra-as e seque-as com um pedaço de toalha de papel e reserve. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva. Se usar o age, salpique uns pedacinhos em cada porção.

 

WAKAME TO KONBU NO MISOSHIRU  

(Caldo de Pasta de Soja com Algas Marinhas)

 

Ingredientes:

1 punhado de alga marinha desidratada wakame, que já vem cortada em pedacinhos (3 g)

Meia folha de alga marinha desidratada konbu, cortada em tirinhas - dica: use uma tesoura, ou aproveite o konbu que foi usado para fazer o katsuo-konbu dashi.

1 litro de katsuo-konbu dashi, ou 1 litro de água e 1 pacote de hondashi (tempero à base de peixe)

2 colheres de sopa (30 g) de miso (pasta de soja)

 

opcional - 1 pitada de aji-no-moto (tempero à base de glutamato monossódico).

 

Numa caçarola ou panela média coloque o katsuo-konbu dashi (ou a água e o hondashi) e as algas wakame e konbu. Acenda o fogo em chama alta e espere ferver. Assim que a fervura levantar, leve ao fogo médio, acrescente o missô, mexa até dissolver e deixe ferver por mais dois minutos. Desligue o fogo, distribua o caldo em tigelas, salpique um punhado de cebolinha picada em cada porção, e sirva.

 

Há alguns anos passados eu gostava de misoshiru com um pouquinho de macarrão soumen, ficava uma delicia.

Pode-se ainda adicionar cenoura, vagem, batatinha, cará, inhame, picado bem miudinho.

 

Eu tenho um colega de culinária que sempre deixa no seu KIT SACRIFICIO (um jeito especial que nós cozinheiros chamamos o nosso pequeno arsenal de equipamentos de cozinha do dia a dia) alguns envelopes de furikakê.

Ele aquece água, adiciona um pouco de missô e despeja um envelope de fukakê.  Está rapidamente pronto um misoshiru improvisado.Também é uma delicia.  Alias, fico sempre perto dele nestas horas para poder ganhar uma tigelinha bemmmmm cheia deste delicioso caldo japonês.

 

São inúmeras as sugestões e, todas deixam um sabor muito agradável.

Aos amigos e leitores um bom apetite com um delicioso misoshiru. 



Escrito por Maurício B. às 14h51
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Falar de tomate é como falar de culinária, ou seja, algo comum e natural no meu dia a dia.

Eu sou viciado em tomate e como esta fruta todos os dias e há muitos anos.

O meu vicio no tomate teve inicio muito cedo na minha vida, pelo fato de ser filho e neto de italianos, e a fruta servir de base para os tradicionais molhos das deliciosas pastas italianas.

Bem mais tarde, quando eu decidi fazer um rigoroso regime e perder 19 quilos (no final do ano de 2004), substituí muitos pratos e guloseimas por tomates inteiros crus. Ainda hoje quando eu vou a uma feira, normalmente eu como um tomate em uma das bancas dos meus amigos feirantes.

Para mim pode faltar muita coisa em uma salada, menos o tomate, é claro.

O TOMATE 

O tomate (do náuatle tomatl) é o fruto do tomateiro (Solanum lycopersicum; Solanaceae), embora coloquialmente considerado como legume pelos leigos. De sua família, fazem também parte as batatas, as berinjelas, as pimentas e os pimentões, além de algumas espécies não-comestíveis.

Originário da América Central e do Sul, era amplamente cultivado e consumido pelos povos pré-colombianos, sendo atualmente cultivado e consumido em todo o mundo.

Origem

A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento, à civilização inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir, naquela região, uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de cor verde) conhecidas apenas ali.

Estes acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que foi encontrado amplamente cultivado no México.

Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (Náuatles), mas porque as cerâmicas incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume. Os primeiros contestam tal objeção, pelo fato de que muitas outras frutas e alimentos dos incas também não foram representados nas cerâmicas.

Características

O tomateiro é uma planta fanerógama, angiosperma e dicotiledônea. Apesar da crença generalizada de que seja um legume, é, na realidade, um fruto, uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação.

O tomate é rico em licopeno e contém vitamina C.

Gastronomia

                                  

Apesar de constantemente associado à Itália e sua cozinha, dado seu largo uso na sua culinária, o tomate já era consumido nas civilizações inca, maia e asteca, antes de ser levado ao outro lado do mundo. Pertence a um extenso rol de alimentos da América pré-colombiana desconhecidos do Velho Mundo antes das grandes navegações, do qual fazem parte o milho, vários tipos de feijões, batatas, frutas como abacate e o cacau (de cujas sementes se faz o chocolate), afora artigos de uso nativo que se difundiram, como o chicle (seiva de Sapota (ou sapoti)) e o tabaco.

Inicialmente o tomate era tido como venenoso pelos europeus e cultivado apenas para efeitos ornamentais, supostamente por causa de sua conexão com as mandrágoras, variedades de Solanáceas usadas em feitiçaria. Somente no século XIX é que o tomate passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior, inicialmente na Itália, depois na França e na Espanha. Durante este século, os europeus que retornavam da América após as viagens ao novo mundo, levaram ao velho mundo a fruta vermelha, que imaginavam ser venenosa. A época em que eles passaram a consumir o tomate não é clara, mas o que se sabe é que o tomate ganhou popularidade quando os povos do sul da Europa declinaram sobre esta suspeita. A partir deste momento, o tomate passou a ser um dos principais ingredientes da culinária mediterrânea.

Os primeiros registros apontam para a sua chegada em Sevilha, na Espanha, no século XVI. O local era um dos principais centros de comercialização, onde se realizavam atividades comerciais, principalmente com a Itália e Países Baixos.

Os tomates podem ser divididos em diversos grupos, de acordo com seu formato e sua finalidade de uso:

- Santa Cruz, tradicional na culinária, utilizado em saladas e molhos e de formato oblongo;  

- Caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo;

 

- Saladete, utilizado em saladas, de formato redondo;

 

- Italiano, utilizado principalmente para molhos, podendo ainda fazer parte de saladas. Seu formato é oblongo, tipicamente alongado;

 

- Cereja, utilizado como aperitivo, ou ainda em saladas. É um mini-tomate, com tamanho pequeno, redondo ou oblongo.

 

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 23h36
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Além de diferirem em seu formato, os tomates também podem ter variações em sua coloração. Apesar de ser bem mais comum encontrá-lo na coloração vermelha, atualmente, novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. Os dois últimos são mais difíceis de serem encontrados no Brasil. Atualmente uma nova variedade do tomate apresenta uma cor azul.

As primeiras espécies exportadas da América foram logo batizadas de pomodoro pelos italianos, pois eram amarelas, parecendo maçãs douradas. Os primeiros registros da espécie vermelha deste fruto na Europa tem como data o ano de 1554, trinta e um anos depois de sua chegada de Puebla e Vera Cruz, no México. Se inicialmente havia a suspeita de serem venenosos, tão logo foram descobertos pela gastronomia e passaram a ser indispensáveis na maioria das civilizações e preparações de alimentos. Alla Bolognesi, à espanhola, à mexicana, à la marselhesa, alla napolitana, alla parmigiana, à la orientale, à la niçoise, à portuguesa e à la provençale são apenas algumas das infinitas receitas que adotaram o fruto como ingrediente, uma lista que não para de se renovar.

A literatura culinária espanhola antiga (1599 - 1611) não registra o uso do tomate. Na Itália, Antonio Latine escreveu entre 1692 e 1694 o livro de cozinha napolitana Lo Scalco alla Moderna, em que uma das suas receitas recomendava levar ao fogo pedaços de tomate, sem pele ou sementes, temperando com salsinha, cebola e alho picados, salpicados com sal e pimenta, acrescidos de azeite e vinagre, para obter um molho de tomate de estilo espanhol. Em 1745, o livro do espanhol Juan Altamiras descrevia duzentas receitas, dentre as quais treze tinham tomate em seus ingredientes. Já na Inglaterra, a partir de 1750 se tem evidências de seu uso pelas famílias judias, que já o consumiam, muito embora permanecesse suspeito ao restante dos cidadãos até o século XIX.

Valor Nutricional

O consumo do tomate é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em licopeno (média de 3,31 mg em 100 gr), vitaminas do complexo A e complexo B e minerais importantes, como o fósforo e o potássio, além de ácido fólico, cálcio e frutose. Quanto mais maduro, maior a concentração desses nutrientes.

O tomate é composto principalmente com água, possuindo aproximadamente 14 calorias em 100 gramas, somente. Alguns estudos comprovam sua influência positiva no tratamento de câncer, pois o licopeno, pigmento que dá cor ao tomate, é considerado eficiente na prevenção do câncer de próstata e no fortalecimento do sistema imunológico.

De 1986 à 1998 a Universidade de Harvard (EUA) analisou os hábitos de cinqüenta mil homens. Segundo os resultados da pesquisa, os homens que consumiam molho de tomate duas vezes por semana tiveram 23% menos incidência de câncer do que outros. A pesquisa concluiu ainda que os benefícios podem ser maiores caso o tomate seja cozido, acompanhando um pouco de azeite.

Colheita

No Brasil, a colheita do tomate é feita predominantemente de maneira manual. Os frutos, retirados das plantas são colocados em cestas de bambu ou sacolas plásticas, semelhantes às utilizadas para a colheita de laranjas. Logo após, os frutos são transportados para galpões, em caixas plásticas, onde são classificados. Já na etapa de colheita, toma-se cuidado para que os frutos não sejam danificados, dando-se especial atenção para evitar que batam uns sobre os outros. Outros danos podem ser provenientes das estacas de bambu, ou dos sistemas de amarrio utilizados. As sacolas plásticas também costumam causar mais danos ao fruto, na hora da colheita. Durante o transporte, os tomates novamente são submetidos a estragos e possíveis perdas, mesmo que transportados de forma protegida. Estima-se que o mercado brasileiro perde anualmente 30% de sua produção do tomate para mesa.

Pesquisas em saúde na Espanha

Cientistas criam tomate azul com fins medicinais

A cor incomum do tomate foi desenvolvida para que fosse possível distingui-lo de um tomate normal.

Cientistas espanhóis desenvolveram um novo tomate geneticamente modificado, de cor azul, que tem uma série de proteínas que não podem ser encontradas no tomate comum e poderia ser usado com fins terapêuticos.

A cor incomum do tomate foi desenvolvida pelos cientistas para que fosse possível distingui-lo de um tomate normal. O projeto do novo tomate é de estudiosos do Instituto de Biologia Molecular y Celular de Plantas (IBMCP), de Valença, na Espanha.

Terapia passiva

A idéia do projeto foi fazer com que os tomates azuis produzissem proteínas diferentes das que têm os tomates convencionais. Essas proteínas foram escolhidas para combater determinadas doenças.

A ingestão do tomate funciona como uma terapia oral passiva, protegendo, por exemplo, a mucosa do aparelho digestivo e, assim, evitando diarréias causadas por determinadas doenças.

Os cientistas do IBMCP já criaram variedades transgênicas de tabaco, arroz, pepino, melancia e várias plantas ornamentais, mas escolheram o tomate como fábrica biológica porque é um fruto é capaz de produzir grande quantidade de biomassa, além de ser difundido na dieta ocidental e rico em vitaminas e outros nutrientes.

Antioxidantes

A cor azul do tomate vem do acúmulo de compostos naturais e antioxidantes que já se encontram no tomate comum, só que em outras partes.

Contudo, os pesquisadores afirmam que os tomates azuis ainda devem passar por muitos estudos antes de serem liberados para consumo público.

Até agora, a criação dos tomates azuis no laboratório tem ajudado os cientistas a entender melhor qual é a função de cada gene na formação de um fruto de qualidade.

Os pesquisadores conseguiram fazer com que as proteínas que  fossem agregadas à planta, para que elas sejam eficazes contra possíveis agentes infecciosos, embora os resultados finais da pesquisa pode levar ainda vários anos até que eles cheguem a todas as conclusões do projeto.

Dados econômicos:

Proincipais Produtores de Tomate - 2.005 (milhões de ton.)

China                 31,6

Estados Unidos    12,8

Turquia                9,7

Itália                   7,8

India                   7,6

Egito                   7,6

Espanha               4,5

Irã                       4,2

Brasil                    3,3

México                  2,1

Total:                   125,0

Área dedicada ao tomate (ha)

China               1.305.053

India                  540.000

Turquia               260.000

Egito                  195.000

Estados Unidos     172.810

Rússia                 146.000

Itália                   141.258

Irã                      130.000

Nigéria                 127.000

Ucrânia                100.000

Total mundial:  4.550.719

Fonte: FAQ

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 23h30
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A partir de 1995 a produção industrial de tomate saltou 29%, com o desenvolvimento de novos derivados como sopas, sucos, tomates dos mais diversos tipos, molhos e o desenvolvimento das redes de fast-food, com crescimento baseado na busca de maior qualidade, o que trouxe boas oportunidades ao setor.

Estima-se que a produção anual brasileira do tomate seja de três milhões de toneladas, dos quais dois milhões de toneladas, ou cerca de 77% da produção no Brasil seja para seu consumo in natura, sendo o restante utilizado para o processamento de sua polpa, normalmente feito a partir de tomates rasteiros (SEADE, 2003). Os principais estados brasileiros, responsáveis por esta produção são Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

A taxa de produção em São Paulo tem característica semelhante a do mercado brasileiro como um todo. No estado, a maior parte da produção (68%) é destinada ao consumo in natura. Em 2002, o tomate de mesa ocupava a décima terceira posição entre os produtos que compunham o ranking da produção agrícola paulista, em valor (VP). O total correspondia a R$ 325 milhões (1,56 por cento do total).

COMO COMPRAR

A maior oferta de tomate, e os menores preços, ocorrem no período de julho a outubro. No mercado são encontrados vários tipos de tomate: Santa Cruz, Caqui, Cereja e Saladinha. O tomate denominado longa vida tem maior conservação pós-colheita. No mercado, tem a mesma aparência dos outros, mas quando bem maduro e vermelho ele se mantém firme por mais tempo. Em alguns mercados também se encontra tomate Cereja e do grupo Santa Cruz de cor amarela. A cor, a firmeza e a sanidade são as características mais importantes na hora da compra. Os frutos devem estar de vez (mudando de verde para maduro) quando se pretende conservá-los em casa por mais tempo. Quando totalmente vermelhos servem para consumo imediato ou para molho. Evite comprar os frutos totalmente verdes (eles podem não amadurecer), com furos, com manchas ou ferimentos. Ao escolher os frutos deve-se evitar apertá-los ou jogá-los na banca para não estragá-los.

COMO CONSERVAR

Os tomates se conservam bem fora da geladeira por poucos dias. Tomates vermelhos se estragam rapidamente por isso, se não forem consumidos logo, devem ser colocados na geladeira, na parte inferior, dentro de sacos de plástico perfurados. Tomates de vez devem ser mantidos em ambiente natural até o completo amadurecimento. O tomate cru (inteiro ou picado) não deve ser congelado. Somente o molho de tomate pode receber este tratamento.

COMO CONSUMIR

O tomate pode ser consumido em saladas, purês, molhos, doces, geléias ou sucos. Prefira tomates maduros ou de vez, pois o tomate verde não tem valor nutritivo adequado.

Os tomates tipo Caqui são mais indicados para salada. Para preparo de molho, purê e geléia prefira os tomates Santa Cruz ou Saladinha que apresentam maior rendimento. O tomate Cereja pode ser usado inteiro como aperitivo ou em saladas.

Quando o tomate é consumido cru, principalmente com casca, é fundamental higienizá-lo bem antes do consumo. Após lavagem em água corrente os frutos são deixados de molho em água filtrada com água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água por 30 minutos).

Em seguida, devem ser enxaguados com água filtrada. Deixar os tomates de molho na água com água sanitária ou com vinagre não elimina os resíduos de pesticidas ou agrotóxicos mas elimina microorganismos que possam estar na casca e causar doenças.

DICAS

Para facilitar a retirada da pele ou casca do tomate, espete-o com um garfo e leve-o ao fogo. Mantenha-o a certa distância para não queimá-lo e vá virando o fruto lentamente até começar a soltar a casca.
Se o tomate estiver mole, deixe-o de molho em água fria ou gelada por 15 minutos. Ele ficará mais firme e mais fácil de ser cortado.

Receitas

Receita de Geléia de Tomate

Ingredientes:
1 quilo de tomate maduro
1/2 kg de açúcar
Caldo de 1/2 limão

Modo de fazer:                    

Lave bem os tomates;
Pique-os, bata-os no liquidificador e passe em peneira fina;
Elimine a parte retida na peneira e coloque a parte peneirada em uma panela, acrescente o caldo de limão e o açúcar;
Deixe ferver, em fogo brando, mexendo de vez em quando para não grudar na panela, até obter a consistência cremosa de geléia.

Sugestão:
Sirva com pães, biscoitos e torradas ou como cobertura de bolo.

Farofa Crua de Tomate

Ingredientes:
500g de tomate maduro picado em cubos;
180g de cenoura ralada em palitos;
1 xícara (chá) de milho verde;
1/2 xícara (chá) de cheiro verde;
1/2 xícara (chá) de azeitona picada;
1 ovo cozido e picado;
1 xícara (chá) de farinha de mandioca;
1 xícara (chá) de farinha de milho;
sal e pimenta a gosto;
2 colheres (sopa) de suco de limão;
2 colheres (sopa) de azeite;
1 colher (sopa) de óleo;

Modo de fazer:
Misture todos os ingredientes,
coloque numa travessa e sirva.

Sugestão:
A quantidade de farinha pode ser reduzida quando se quer a farofa mais úmida, ou aumentada para farofa mais seca.

Bolo Salgado de Tomate

Ingredientes
6 tomates cortados em cubinhos sem pele e sem sementes;
1/2 xícara (chá) de cheiro verde;
1 cebola média cortada em cubinhos;
1/2 xícara (chá) de azeitonas picadas;
3 ovos inteiros;
1/2 xícara (chá) de azeite;
1 xícara (chá) de leite;
1/2 xícara (chá) de queijo ralado;
2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
2 dentes de alho amassados;
1 colher (sopa) de fermento em pó;
Sal e pimenta a gosto;

Modo de fazer
Coloque numa vasilha o tomate, o cheiro verde, a cebola, a azeitona, o alho, o sal, a pimenta, os ovos, o óleo e misture bem;
Acrescente a farinha de trigo, o fermento em pó peneirado e o queijo ralado. Misture até formar uma massa dura;
Junte o leite até obter uma papa
grossa;
Coloque numa forma redonda com furo no meio, untada e polvilhada com farinha de trigo;
Leve para o forno pré-aquecido em temperatura alta.

Sugestão: pode-se enriquecer com milho verde ou outros vegetais.
 

Doce de tomate

Ingredientes:

1 quilo de tomate maduro e firme

700 gramas de açúcar

Modo de fazer:

Coloque os tomates em água quente e retire a pele.Retire a semente e coloque em uma panela para cozer junto com o açúcar.Cozinhe por aproximadamente 50 minutos ou pelo tempo de calda doce.

Meus amigos, o cuidado que temos que tomar com os deliciosos tomates é executar uma boa lavagem antes da sua utilização.

Recomendo deixar o tomate dentro da água, adicionando uma colher de sopa de vinagre, ou utilizando um produto adequado para a sua esterilização.

Os cuidados com a higiene são sempre fundamentais.

Um bom apetite a todos os amigos e leitores deste blog e cordial abraço.



Escrito por Maurício B. às 23h15
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SHOYU – MOLHO DE SOJA

 

Meus queridos leitores e amigos, hoje vamos falar do shoyu, um dos melhores temperos da culinária japonesa.

O shoyu acompanha qualquer prato ou alimento que os japoneses preparam.

Do sashimi (peixe cru) aos pratos cozidos e, passando pelos deliciosos sushis, tudo é acompanhado deste molho maravilhoso.

 

O shoyu, também conhecido como molho de soja, é obtido através da fermentação natural da soja, do trigo e do milho com sal marinho. É utilizado pelos orientais há milênios como condimento, conservante e emoliente.

Contém diversos aminoácidos, enzimas e sais minerais importantes para a saúde.

Ao contrário dos convencionais, o Shoyu Integral Mãe Terra não contém açúcar, nem realçador de sabor (glutamato monossódico).

Possui coloração marrom escura e é isento de açúcar.

Curiosidade: o microorganismo responsável pela fermentação dos ingredientes do shoyu é o Aspergillus oryzae.

Utilização: em substituição ao sal, em saladas, temperos, molhos, conservas, sopas, pastas, refogados, sushis, sashimis, etc.

Ingredientes: soja, trigo, milho e sal marinho.

No entanto, todas as marcas tradicionais de origem e receita japonesa tem açúcar e bastante sal.

O shoyu deve ser utilizado com muito cuidado, apesar que ele combina com inúmeros pratos, devido a sua elevada quantidade de sal.

Eu gosto muito de comer um bife de alcatra grelhado sem qualquer tempero.  Deixo o bife mal passado e retiro da chapa. Em seguida rego com shoyu. Hummmmmmmmmmmmmmm é uma delicia. 

                      

Um pouco da historia do shoyu

 

Conhecido há pelo menos 2.246 anos, o molho de soja tem tudo para se tornar um alimento mais presente no dia a dia das pessoas de todo o mundo. Dentre vários motivos para a popularização desse condimento escuro, salgado e capaz de dar sabor e aroma especial a qualquer prato, está na difusão da culinária japonesa das últimas décadas.

 

Preparado com grãos de soja fermentados e salgados por salmoura, o shoyu tem alto poder de conservação de alimentos e era essa sua finalidade original. A idéia não foi dos japoneses e sim dos chineses, que desenvolveram um molho rudimentar, feito à base de grãos mofados, para preservar os alimentos durante o transporte. Embora a soja seja cultivada na China há pelo menos 3.500 anos, seu molho é uma invenção bem mais recente.


O Japão seguiu preparando a receita chinesa até o século XV, quando desenvolveu seu próprio molho shoyu. A pasta sólida deu origem a dois produtos, o liquido shoyu e o sólido missô. Mas foi só no final do século XVI que o condimento passou a ser produzido em larga escala e comercializado. A fórmula foi diversas vezes aprimorada. O molho passou a ser feito com grãos de soja combinados aos de trigo, milho ou feijão (que suavizam seu sabor e conferem paladar levemente adocicado), água e sal. Seu principal segredo, desde o início, consiste na fermentação, processo que leva no mínimo seis meses e passa por diferentes etapas -e disso depende a qualidade do preparado.

Engana-se quem imagina que o shoyu só chegou ao ocidente recentemente. No século XVII, os holandeses descobriram os encantos do molho escuro e os levaram para a Europa, chamando-o de soy. Especula-se que era esse o condimento secreto usado nos banquetes da corte francesa de Luís XIV, servido em potinhos espalhados pela mesa, que fascinavam os comensais. O molho de soja japonês era levado para a Europa em garrafas de prata e, apesar de seu custo elevado, acabou tornando-se popular entre os nobres.

 

 

Novas descobertas da soja e do shoyu

 

A cada dia descobrem-se suas novas e importantes propriedades medicinais e por conta delas; só no último ano de 2007, o consumo do grão de soja, nos Estados Unidos, cresceu em 35%. Os nutricionistas recomendam a ingestão diária de 25g de soja ou derivados.

Já se sabe que a soja é rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas, principalmente as do complexo B. Tem ação antioxidante e previne doenças como osteoporose, câncer de mama e de colo de útero. O molho feito com seus grãos tem ainda uma vantagem adicional, principalmente na versão light, que contém menos sal. É recomendado às pessoas que brigam com a balança, por sua capacidade de enriquecer o sabor dos alimentos com baixas calorias e pouquíssimo amido - só não deve ser consumido por quem tem pressão arterial alta por conta do sal.

 

Produção do shoyu

O primeiro shoyu surgiu exatamente do missô. Não tinha esse nome, até hoje é chamado de tamari, que era o caldo que se formava na superfície do missô. Ainda hoje, em Nagoya se faz o tamari, raro e caro.

O shoyu é um tempero bem antigo utilizado na culinária japonesa, há mais de 2.000 anos. Antes dele, os condimentos mais comuns eram o sal, o vinagre e o missô. O sashimi era acompanhado por um molho à base de umê, flocos de bonito seco e saquê.

Apenas soja, trigo, fermento, água e sal entram na produção do shoyu. A soja é cozida, o trigo é torrado e triturado, e ambos são misturados antes de receberem o fermento (o mesmo que se usa para produzir o missô). A mistura é fermentada por cerca de 3 dias, sendo revolvida sempre que a temperatura da massa se aproximar de 40 graus. Por fim, acrescenta-se sal, água e a mistura vai para tanques, onde aguardará cerca de um ano para ser filtrada, pasteurizada, envasada e consumida.

Claro, isso é o método fermentado e tradicional. Hoje existe também a produção industrial que alguns preferem chamar de sintética, na qual os aminoácidos da soja são separados por hidrólise, acrescenta-se caramelo e aromatizantes e é possível obter um molho em uma semana. Mas não se engane, o shoyu fermentado é mais saboroso, com uma coloração levemente avermelhada, translúcido e brilhante.

Eu recomendo aos meus amigos e leitores o uso do shoyu com  muita moderação.  Se for um shoyu salgado você deve reduzir a dose para consumo, principalmente para as pessoas com problemas de saúde.  Como o shoyu é bem salgado, pode fazer mal para as pessoas que apresentam problemas de pressão bem elevada (hipertensão).

No entanto o mercado já oferece tipos mais leves, com menos sal.

Um bom apetite a todos os amigos e leitores deste blog. Não se esqueçam, usem o shoyu com moderação.



Escrito por Maurício B. às 23h01
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Doozo Meshiagari Kudasai (Por favor, sirva-se).

Hoje meus amigos vou falar sobre um prato bem apreciado por brasileiros e japoneses.

Um dos pratos japoneses mais conhecidos e apreciados é o Yakisoba, que significa macarrão frito. De fácil preparo e custo acessível o Yakisoba tornou-se bastante popular em terras estrangeiras.
Saboroso, leve e nutritivo, e muito gosto de ser preparado  nos finais de semana para ser servido aos amigos e familiares. É um prato que dispensa acompanhamentos.
                         

 

Yakisoba de Carne

 

Ingredientes:

1 pacote (500 gramas) de macarrão para Yakisoba

250 gramas de filé mignon (ou alcatra) em tiras finas

4 folhas de acelga cortadas em cubos

4 folhas de repolho cortadas em cubos (Kyabetsu)

8 vagens de ervilha torta

1 cenoura média cortada em diagonal bem fino

8 vagens cortadas em diagonal bem fino

5 flores de couve flor cortados em 5cm

5 flores de brócolis cortadas em 5 cm

1 pimentão verde cortado em cubos

5 cogumelos frescos (Shitake ou Shimeji)

2 colher (chá) de gengibre ralado

1 cebola média cortada em rodelas

250 ml de caldo de carne ou caldo de carne em tabletes

50 ml de Shoyu

4 colheres (sopa) de molho para Yakisoba

15 ml de saquê

10 gramas de Aji No Moto

- pimenta-do-reino branca ao gosto

100 ml de óleo de gergelim torrado

 

Macarrão:

Cozinhe o macarrão para yakisoba até ficar ao dente, escorra toda a água e reserve.

Um detalhe muito importante deve ser observado; Cozinha-se o macarrão ao dente, mas depois a ele vai ser adicionado um molho quente; O yakisoba vai ser ainda aquecido outras vezes, o que leva ao máximo do cozimento do macarrão, fazendo com que ele derreta-se ou quebre-se ao ser tocado.

Aqueça o óleo de soja numa panela wok, um tacho ou uma frigideira grande e frite o macarrão até ficar um pouco firme sem deixar queimar.

Retire o macarrão da frigideira e deixe o óleo escorrendo do macarrão numa assadeira, pegue este macarrão já seco e coloque numa travessa média.

 

Molho

A grande sacada do yakisoba  é preparar o molho em casa, evitando utilizar molhos prontos.

É muito fácil e mais saboroso.

Coloque três carcaças de frango em cinco litros de água e deixe cozinhar por umas três horas, reduzindo-se o caldo para dois litros, aproximadamente.

Ao finalizar o molho coloque quatro colheres de óleo de gergelim torrado e cozinhe por mais três minutos.

Rale uma cebola média e frite com pouco óleo vegetal até dourar. Adicione a cebola ao molho, junte as duas colheres do gengibre e cozinhe por mais três minutos.

A textura do molho deve ser cremosa e brilhante.

 

Carne

Frite a carne rapidamente evitando que ela endureça muito. Não adicione a ela qualquer quantidade de sal, apenas duas colheres de óleo de gergelim torrado.

Se adicionar carne de frango ou frutos do mar, repita a mesma operação igual ao da carne.  reserve.

 

Preparo

Em uma chapa ou frigideira grande frite cada verdura ou legume separadamente. Inicie pelos legumes e ao final as verduras. 

Vá fritando sem deixar amolecer cada ingrediente.

Lembre-se que o yakisoba exige que os legumes e as verduras estejam bem crocantes.

Frite delicadamente o macarrão já cozido e coloque junto com os legumes e as verduras.

Adicione a carne (ou as carnes e os frutos do mar, caso seja um yakisoba especial).

Coloque o molho por cima e mexa delicadamente todos os ingredientes.

Aqueça novamente para servir.

Sirva quente.

 

Dicas

- O macarrão para Yakisoba pode ser substituído por macarrão instantâneo tipo Miojo/Lamen, mas o resultado nem sempre é o mesmo.

- Você poderá misturar carnes de frango e boi no preparo do yakisoba.

-  Uma dica muito especial é preparar o yakisoba especial, que é a mistura de frutos do mar e carnes, no mesmo prato.

- Por último você pode polvilhar Algas Marinhas ressecadas (Nori).

- Qualquer um dos ingredientes que eu citei podem ser retirados ou novos ingredientes podem se adicionados, de acordo com a sua preferência.

- Você poderá substituir a pimenta do reino por pimenta rosa, que é muito mais saborosa.

- Nunca utilize mais do 10% de shoyu no total do liquido adicionado ao prato, evitando que ele deixe muito salgado.

Aos amigos os meus sinceros agradecimentos pelo apoio e carinho dos amigos e leitores deste blog.

Um bom apetite e um bom proveito a todos.



Escrito por Maurício B. às 12h32
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Meus amigos e leitores do blog, minhas cordiais saudações.

Hoje vamos falar desta deliciosa salada ou prato de entrada.

Utilizamos duas verduras muito gostosas, o HAKUSAI e o HORENSO.

Estas verduras são muito utilizadas nos restaurantes japoneses.

 

             

 

HAKUSAI com recheio de horenso (espinafre japonês). Ele serve de ingrediente de um prato chamado YOSENABE, mas é uma deliciosa salada ou prato de entrada.

No entanto, você pode fazer esse prato e servir como entrada e servido frio.

O HAKUSAI é a acelga facilmente encontrável em qualquer lugar do país.

Já o HORENSO é uma verdura que só encontramos no período de inverno e somente nas regiões onde residem japoneses e seus descendentes.

É difícil encontrar o HORENSO, mesmo em São Paulo, fora do inverno, onde existem mais de 800 restaurantes japoneses, e em uma colônia com mais de 800.000 japoneses e seus descendentes.

Mas é uma verdura deliciosa.

Ela é consumida aferventando-se em água bem quente.

 

Os ingredientes são

1 maço de HAKUSAI

1 maço de HORENSO

 

Rendimento

Você vai servir com certeza umas dez pessoas utilizando 1 maço de cada verdura.

 

Modo de preparo do HAKUSAI (acelga)

Retire as folhas de acelga do maço e cozinhe durante três minutos. Retire e deixe escorrer e esfriar.

 

Modo de preparo do HORENSO (espinafre japonês)

Ferva em uma panela grande com bastante água. Quando a água ferver coloque o maço (já lavado) na panela e desligue o fogo.

Deixe o HORENSO durante dois minutos, retire e deixe esfriar.

Com as mãos esprema com cuidado para retirar toda a água da verdura

 

Montagem do prato

Estique as folhas de HAKUSAI em cima da tábua de carne, coloque o HORENSO no meio e enrole no sentido do cumprimento.

Faça cortes de 8 a 10 centímetros e monte em uma travessa.

Se você desejar poderá fazer cortes menores de seis centímetros de cumprimento.

 

Preparo do dashi

Dashi é um caldo que é utilizado em qualquer prato japonês.

1 litro de água fria.

½ envelope de hondashi

1 pedaço de kombu de 10 centimetros.

½ envelope de katsuoboshi

Ferva durante 15 minutos, deixe esfriar e coe com uma peneira bem fina.

Aproveite somente o líquido, desprezando as demais partes.

Para a receita descrita você vai utilizar quase todo o molho obtido.

 

Molho principal do prato

3 copos de dashi

2 colher de açúcar

3 colher de shoyu

1 pitada de sal

2 colher de saquê

2 colher de saquê mirim

 

Se você quiser fazer porções menores basta fazer um cálculo proporcional.

Aos meus amigos e leitores deste blog os meus sinceros agradecimentos pelo carinho, leitura e atenção.

Bom apetite a todos vocês.



Escrito por Maurício B. às 12h25
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Meus amigos e leitores, a matéria do dia é a berinjela. Ela é considerado um fruto e de fácil cultivo. 

Se você adquirir um saquinho de sementes em uma casa especializada poderá plantar no seu jardim.

A berinjela é muito utilizada na culinária internacional, principalmente na cozinha japonesa.

BERINJELA

A beringela ou berinjela é o fruto da planta Solanum melongena, uma solanaceae arbustiva, anual, originária da Índia, considerada de fácil cultivo nos trópicos, e que pertence à mesma família do pimento, da batata e do tomate. É sensível ao frio, a geadas e ao excesso de chuva na altura da floração. A época de plantio, no hemisfério norte, é de Setembro a Fevereiro e, em regiões de clima quente, o ano todo.

História

                            

Segundo alguns historiadores, seu cultivo começou como planta ornamental na Índia há cerca de quatro mil anos tendo chegado à Europa no século XIII através dos árabes da Península Ibérica, pois eram e são grandes apreciadores desse fruto.

                             Beringela ou Berinjela?

No Brasil há muita dúvida e erros de ortografia sobre a escrita deste nome. Segundo o Dicionário Aurélio da língua portuguesa, no português brasileiro o correto é berinjela (com J). Já em Portugal o correto é beringela (com G).

Tipos

Existem vários tipos desse fruto que diferenciam-se pela sua cores as mais comuns são o vermelho escuro ou roxo, mas pode também ser branca, embora esta seja rara.

De polpa macia e flexível, tem uma película lisa e lustrosa que a envolve. No mercado português as variedades mais comuns são a híbrida, grande e roxa, a híbrida super F-100, no tom vermelho escuro brilhante e a embu, de cor roxa avermelhada, todas com pedúnculo verde.

A berinjela chamada de japonesa tem muito menos semente e fica melhor quando é utilizada em pastas e antepastos.

Uso medicinal

A berinjela: os naturalistas recomendam o seu consumo, para previnir alguns males referentes ao fluxo sanguíneo

Estudos recentes demonstram que a berinjela tem mostrado eficácia no tratamento de hipercolesterolémia e no controle do colesterol. Recentemente, uma pesquisa realizada no Instituto de Biociências da UNESP de Botucatu - São Paulo, revelou que a berinjela pode reduzir até 30% as taxas do colesterol. Porém, ainda não se sabe qual o princípio ativo responsável pela redução das taxas de colesterol, mas os cientistas suspeitam de um alcalóide existente na berinjela.

Por ser essa fruta rica em proteínas, vitaminas (A, B1, B2, B5, C), minerais (cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio) e alcalóides, que atuam diminuindo a pressão sanguínea, prevenindo a arteriosclerose, os naturalistas recomendam o seu consumo, para previnir alguns males referentes ao fluxo sanguínea.

Também é recomendada nos casos de artrite, apresentando bons resultados na gota e no reumatismo, bem como na diabetes e nas inflamações da pele em geral.

É também muito digestiva, nutritiva e laxante, por esse motivo é indicada nos casos de desnutrição, indigestão e prisão de ventre. O consumo da berinjela está também indicado para problemas do fígado e do estômago.

DICA: Para efeito medicinal, também pode ser usada cortada em pedacinhos com casca e colocado em um vasilhame de água na geladeira e beber 200 ml 3 vezes ao dia (nos casos de crise: diabete alta, hipertensão) e para manutenção diminuir a dose. Não deve ser usada com freqüência, para que não haja hipoglicemia ou outros problemas de saúde. Usar 15 dias e descansar um semana e continuar se precisar após os exames. Não deve ser usado para perda de peso, pois se a pessoa não tiver nenhum desses problemas de saúde como diabetes, hipertensão e outros, pode ser danoso para a mesma, podendo causar, inclusive, baixa da hemoglobina, causando anemia.

DICA: As melhores berinjelas são as de estrutura firme e cascas bem brilhantes. As opacas e amolecidas já estão velhas e perderam um pouco suas propriedades nutricionais.

(continua...)



Escrito por Maurício B. às 22h19
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Uso culinário

Pode ser usada no preparo de pratos como o cuscuz, suflê, torta, salada, recheada, entre outras várias formas na cozinha. Também é muito boa para fazer lasanha.

Curiosidades

  • Com a berinjela é possível fazer tortas de sabor agradável. É vendida em pó como fitoterápico.
  • Cozida, frita, assada ou grelhada, a berinjela combina bem com pimentão, tomate, cebolas e azeitonas, tornando-se um ótimo acompanhamento para carnes grelhadas e assadas. Também se podem fazer gostosas porções com vinagre com sabor característico.
  • Se guardada dentro do frigorífico, num saco plástico, dura de uma a duas semanas.
  • Para retirar o gosto amargo que a caracteriza, corte-a ao meio, esfregue com sal e escorra, ou deixe-a aberta coberta com água e sal, limão ou vinagre, durante, pelos menos, 15 minutos. Escorra em seguida e seque com papel absorvente.
  • Uma boa maneira de aproveitar todas as suas propriedades sem sentir o sabor amargo do fruto é cortar em pequenos cubos e misturar ainda cru aos alimentos, no momento da refeição.

Antepasto de berinjela

Ingredientes:

3 berinjelas grandes
1 pimentão verde
2 cebolas grandes
4 colheres (sopa) de vinagre
3 folhas de louro
Sal a gosto
1 pimentão vermelho.

Ingredientes para o tempero:

1 xícara (chá) de salsinha picada
4 dentes de alho amassados
1/4 xícara (chá) de azeite de oliva.

Preparo da berinjela:

Lave as berinjelas, despreze as pontas e corte-as com a casca em cubos pequenos.

Lave os pimentões, tendo o cuidado de retirar todas as sementes e corte-os em cubos pequenos.

Descasque as cebolas, faça cortes no sentido do comprimento para obter as pétalas. Misture muito bem esses ingredientes, tempere com sal a gosto, junte as folhas de louro e acomode em uma assadeira grande, Leve ao forno para assar em temperatura mínima de (120º) por aproximadamente 30 minutos. Retire, adicione o vinagre e o açúcar mascavo. Misture muito bem e retorne ao forno por mais 20 minutos. Adicione o tempero. Sirva em pão italiano escavado.

Preparo do tempero:

Misture a salsinha, o alho e o azeite. O tempero deve ser adicionado assim que a berinjela sair do forno.

SALADA DE BERINGELA

Ingredientes

6 berinjela cortada em tiras
1 pimentão vermelho em tiras
1 pimentão verde em tiras
1 pimentão amarelo em tiras
1 xícara de azeitona preta picada
1 xícara de azeitona verde picada
1 xícara de uva passa preta
1 xícara de uva passa branca
4 dentes de alho cortada em lamina
2 pimenta dedo de moça em tirinhas
1 lata pequena de azeite
3 colher de vinagre
1 vidro de cogumelo 
sal
orégano

Modo de Preparo

Em uma travessa de vidro coloque os pimentões em tiras, as azeitonas preta e verdes picadas, a uvas passas, preta e branca, os dentes de alhos em laminas, a pimenta dedo de moça cortada em tirinhas, os cogumelos, as berinjela em tiras. Tempere com azeite, o vinagre, o sal, e o orégano.

A quantidade de sal e orégano fica de sua preferência. Misture tudo e coloque em uma travessa de vidro tampando com papel alumínio e leve para assar ao forno por 30 minutos. A salada pode ser servida quente ou gelada, acompanhada com torrada ou pão

Sírio.

     

Yakinasu

Simples, gostoso e fácil de ser preparado. Assim pode ser definido o yakinasu, ou berinjela grelhada, um prato tradicional da culinária japonesa, e bastante acessível para os brasileiros.

O segredo do modo de preparo é grelhar bem para que a berinjela fique macia por dentro. Assim, é possível senti-la derretendo na boca na hora de saboreá-la

Segue uma dica: vale a pena comer um yakinasu acompanhado com gohan e missoshiro na hora do jantar.

O prato, que é saudável e leve, é uma boa pedida para quem já está enjoado de comida do dia a dia.

 

Ingredientes
1 berinjela
1 colher de sopa de missô
1 gema de ovo
2 colheres de sopa de açúcar
25 ml de saquê
25 ml de saquê mirim
cebolinha a gosto

 

Preparo do prato

Asse a berinjela no forno médio por 15 minutos.

Tire a casca.

Em uma vasilha, misture o missô, a gema de ovo, o açúcar, o saquê e o mirim.

Despeje o molho sobre a berinjela.

Leve a berinjela à grelha até dourar levemente.

Espalhe a cebolinha fatiada por cima e sirva.

 

Meus amigos, espero ter ajudado com estas receitas de berinjela.

Berinjela combina sempre com inúmeros pratos.

Um grande abraço aos meus amigos e leitores deste blog e um bom proveito.

 



Escrito por Maurício B. às 22h12
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Meus amigos e leitores deste blog a minha sincera saudação. Hoje o tema é o QUEIJO MINAS.

Optei por este tipo de queijo porque ele é fácil de ser feito, mesmo nas grandes cidades.

O queijo apresenta inúmeras vantagens para o seu consumo diário.

O queijo é gostoso para ser consumido a qualquer momento, além do café da manhã.

O queijo, fresco ou com meia cura pode ser adicionado em saladas, integrar uma omelete ou mesmo fazer parte de um delicioso risoto.

Aqui vai uma receita simples para ser feita em casa.

 

 

QUEIJO MINAS

O queijo Minas Padrão é um queijo de simples elaboração e de muita versatilidade na culinária, sendo inclusive ingrediente para o famoso pão de queijo. Esta receita é elaborada para se fabricar 2 queijos com aproximadamente 1/2kg cada um. Sugerimos a aquisição do Kit para Fabricação de Queijo Minas Padrão, que inclui todos os utensílios e ingredientes necessários à fabricação (exceto leite).

Este kit é vendido em lojas especializadas em venda de artigos de culinária.

 

Ingredientes e utensílios

 

10 litros de leite pasteurizado (em saquinhos), leite tipo “C” ou “B”.
5 ml de cloreto de cálcio;
7 ml do coalho (dissolvido em 3 colheres de água filtrada).
01 envelope de fermento para queijo
01 termômetro para laticínios
02 formas para queijo Minas Padrão 1/2 kg


Atenção


Se utilizar leite pasteurizado em saquinhos, leia no rótulo se ele é  homogeneizado, este tipo de processo feito no leite, dificulta a formação do queijo.

Caso utilize leite direto da fazenda (algo muito difícil para quem reside nos grandes centros), é necessário que efetue a pasteurização; leia ao final desta receita como pasteurizar em casa o leite.

O leite UHT (leite em caixinha) não serve para fabricação de queijos.

                                           Como fazer

Coloque o leite na panela e aqueça até atingir a temperatura de 36ºC (utilize o termômetro para controlar a temperatura).
Desligar a chama e fazer a adição dos ingredientes, distribuindo de forma uniforme sobre o leite e mexendo por 1 minuto para cada adição (o coalho deve ser sempre o último ingrediente a ser adicionado).

Após a adição do coalho, deixar o leite em repouso por um período de 40 minutos, verificando se ocorreu a formação de uma coalhada lisa, firme e compacta (observe se a mesma começou a se desgrudar da panela; este é um sinal do ponto para se cortar a coalhada).
Com o auxílio da faca, faça cortes paralelos e cruzados pela extensão da panela, numa distância de uns três centímetros entre um e outro corte.

Após o corte, deixe em repouso por 5 minutos (observe a formação de um soro com tonalidade esverdeada, isto é um bom sinal de que tudo está correndo bem).

Após o repouso, inicie a mexedura, com movimentos circulares e lentos, por toda extensão e profundidade da panela. À medida que a massa vai se firmando, mais soro vai sendo expulso de seu interior e a massa vai ficando mais rígida.

                                             O Ponto

O ponto do queijo ocorre após 45 minutos contados a partir do momento do corte, com os grãos apresentando certa firmeza.
Após o ponto retirar a totalidade do soro e deixar a massa compactada como se fosse um único bloco.
Adicionar o sal dissolvido em uma pequena quantidade de soro (1 copo aproximadamente) sobre a massa e fazer uma mistura de maneira uniforme. A massa deverá ser depositada nas formas, revestidas com o dessorador, tampadas e finalmente prensadas.

                                           Como Prensar

 

As formas podem ser colocadas umas sobre as outras e sobre a primeira (de cima para baixo), coloca-se um peso de um saquinho de sal ou outro tipo de peso que tenha em casa.
Deixar por um período de 1 hora e meia.
Depois de corridos este tempo, retira-se os queijos da forma, virando-os (ponta à cabeça) e deixando por mais 1 hora e meia.
Após a prensagem, desenformar os queijos, retirar possíveis rebarbas de massa com uma faca e novamente prensar sem o desossador, por um período de 30 minutos. Após este período, deixar os queijos em local fresco e arejado com as formas.

 

Como pasteurizar o leite cru para fabricação de queijo


O leite deve ser coado e aquecido até atingir a
temperatura de 65ºC que deverá ser mantida por 20 minutos (utilize o termômetro para controlar a temperatura e mexa lentamente para distribuir uniformemente o calor. Depois de 20 minutos, resfrie para a temperatura de adição do coalho (normalmente na faixa de 36 a 38ºC) . Esta metodologia deve ser aplicada somente para a fabricação de queijos.

Sempre utilize o leite de animais sadios e que não estejam em tratamento com algum tipo de antibiótico.  Como esta informação será muito difícil de ser obtida, faça o uso do leite de saquinho adquirido nas padarias ou nos supermercados.

                                        Uma dica final

Você poderá adicionar ao queijo, durante o processo de sua formação, alguma erva aromática, enriquecendo ainda mais o seu queijo caseiro.

Mas tome cuidado para evitar excessos e mistura de ervas.  Utilize ervas já conhecidas (orégano, sálvia, alecrim, manjericão, etc.) e em pouca quantidade.  Para um queijo de meio quilo coloque no máximo as folhas de dois ramos de uma única erva.  Se for o orégano utilize no máximo uma colher de chá.

Meus amigos, espero ter ajudado com esta receita.

Um grande abraço aos meus amigos e leitores deste blog e um bom proveito do seu queijo caseiro.



Escrito por Maurício B. às 21h49
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Olá meus amigos e leitores.  Hoje uma dica muito interessante para você soltar a sua criatividade e fazer em casa um prato igual ao produzido pelos grandes chefs ou por um sushiman.

Trata-se do tartare, um prato delicioso que junta peixe, camarão, abacate e muita criatividade. É uma maneira diferente de preparar o peixe cru.

No final desta matéria eu deixo uma gostosa dica para você ser criativo e sofisticar este prato.

 

TARTARE DE NAMORADO

Ingredientes

Para o tartare

- 200 g de camarões médios, limpos
- 600 g de filés de namorado sem pele
- 200 g de abacate firme, descascado
- 2 colheres (sopa) de cebolinha verde fatiada
- 1 colher (chá) de folhas de manjericão fatiadas

Para o molho

- 1 colher (chá) de mostarda de Dijon
- Sal e pimenta rosa moída fina
- 1 colher (sopa) de suco de limão
- 4 colheres (sopa) de azeite

Para servir

- 1 pacote de batatas chips

Modo de preparo do prato

Comece preparando o molho: misture a mostarda, o sal, a pimenta e o suco de limão e incorpore o azeite aos poucos, batendo vigorosamente para emulsionar. Reserve.

Tartare

Escalde rapidamente os camarões em água fervente (não mais que dois minutos), escorra e passe para uma travessa com água e gelo. Deixe descansar por dois minutos, escorra e corte em cubos pequenos. Corte os filés de namorado também em cubos pequenos. Descasque o abacate e corte-o em pedaços de tamanho parecido com os do peixe, salpicando com um pouco de suco de limão para que não escureça. Misture o namorado com o abacate, o camarão, a cebolinha verde e o manjericão e acrescente o molho, misturando com delicadeza. Prove e corrija o sal e a pimenta, se necessário. Sirva com batatas chips, como entrada ou como aperitivo.

Uma dica para você imitir o trabalho de um Chef:

 

Não use batata chips para acompanhar o prato.  Você vai ousar e elaborar algo muito mais delicado.

Pegue duas peras maduras, mas firmes e corte em laminas não muito finas (aproximadamente 4 milímetros).

Pegue uma forma coloque um papel manteiga e unte bem de leve com margarina de uso doméstico (ou manteiga).

Coloque as laminas da pêra e leve ao forno para tostar.

Quando estiverem coradas retires as laminas das peras e decore o seu prato.

Além de delicioso o prato fico muito bonito.

Se desejar mais alguma dica escreva-me através do meu e-mail citado bem na abertura da página do nosso blog.

Um bom apetite aos meus amigos e leitores.



Escrito por Maurício B. às 21h32
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Meus amigos, hoje eu falo de horóscopo japonês a pedido da LUCIANA uma amiga de culinária que apesar de ser uma nikkey não sabia nada sobre o horóscopo japonês.

Ocorre que eu também não sei nada, mas fui buscar informações para deixar aqui no nosso blog.

As informações abaixo eu obtive em um site cujo endereço eu menciono ao final desta matéria.

 

                      

 

HOROSCOPO JAPONÊS

 

Uma das diferenças do Horóscopo Japonês com o Horóscopo Chinês é que o ano astral chinês se inicia na primeira lunação do ano, que geralmente cai no período do signo de Aquário.
Pelo zodíaco japonês o ano é auspicioso para os seres positivos. Todos os signos estão favorecidos, alguns mais e outros, menos, mas no geral todo mundo vai sair no lucro, desde que adote o caminho certo da honestidade.

No Horóscopo Zenchi Junichi Onmyodô (também conhecido como Horóscopo Japonês) o signo animal é determinado pelo ano de nascimento da pessoa, iniciando sempre no dia 01 de janeiro, o Ano Novo Solar, que os nipônicos chamam de Oshogatsu. Nesse aspecto existe uma diferença com o Horóscopo Chinês, cuja contagem fundamenta-se no Ano Novo Lunar (12 meses e 29 dias). Os japoneses chamam a primeira lunação do ano de Koshogatsu (Pequeno Ano Novo) e nesse dia reverenciam a Lua, pois começa nesse dia a regência do animal-signo na Roda do Destino, que este ano (2008) teve início no dia 7, quando a deusa-Sol (Amaterassu Omikami) passou a iluminar a Casa do Rato. Isso significa que enquanto no Horóscopo Chinês existe apenas um signo Regente do Ano (Rato), no Horóscopo Zenchi além do animal simbólico do ano existe o animal regente do mês. Para saber a que signo você pertence no Horóscopo Japonês, clique no link e insira os dados do seu nascimento.

Outro ponto diferencial no horóscopo japonês, o signo animal é determinado pelo ano do nascimento da pessoa. Nesse aspecto existe uma diferença com o Horóscopo Chinês, cuja contagem fundamenta-se no Ano Novo Lunar (12 meses e 29 dias). Os japoneses chamam a primeira lunação do ano de Koshogatsu (Pequeno Ano Novo) e nesse dia reverenciam a Lua, pois começa a regência do Nobre Animal-Signo na Roda de Destino.

Outra diferença do horóscopo Chinês está nos animais-signos. Onde no Chinês usa: Búfalo, Cabra, Porco, no japonês usa-se: Boi, Carneiro e Javali.

Um detalhe muito importante para você saber se está lendo horóscopo japonês ou horóscopo chinês é observar a palavra ANO que no japonês sempre vem junto com o animal signo. Por exemplo, no Japão se diz: "Sou do Ano do Cachorro" ou "Sou nativo do Ano do Javali".

                    Horóscopo Chinês X Horóscopo Japonês

Os japoneses são mestres em melhorar a idéia dos outros. Isso pode ser facilmente notado, observando o desenrolar de várias situações. Para citar um exemplo recente, o desenho Dragon Ball Z tomou emprestado o clássico conto chinês Songoku, e tivemos o fenomenal animê que empolgou o mundo todo. Com o horóscopo chinês aconteceu a mesma coisa:

                                          China

Na China, o Imperador de Jade figura como personagem principal. Em algumas lendas, aparece o próprio Buda. Na astrologia chinesa, a base principal é o calendário agrícola, o ano astral começa na primeira lunação do ano. Portanto, a data de início do ano astrológico é variável a cada ano.

                                           Japão

Já o horóscopo japonês adotou a mesma raiz, só que os regentes foram substituídos por deuses xintoístas. O xintoísmo é a religião oficial do imperador. No Japão, até a Segunda Guerra Mundial, o imperador era considerado um deus, descendente direto de Amaterassu, a deusa Sol, do xintoísmo. Para não complicar muito, o ano pelo horóscopo nipônico se inicia no oshogatsu, o primeiro dia do ano novo.

O meu horóscopo japonês é o Coelho (Usagi)

Características Gerais do Signo do coelho (usagi)

O nativo do Ano do Coelho é o signo mais afortunado do Onmyodô Zenchi Junishi, também conhecido como horóscopo japonês, pois ele é símbolo da longevidade. O nato do Ano do Coelho representa a graciosidade, boas maneiras, sensatez, bondade e sensibilidade. O nativo deste signo é um diplomata por natureza, um político nato, mas leva uma vida calma valorizando a paz e a tranqüilidade. Como um bom afortunado, ele terá muito sucesso nos seus negócios e ascenderão rapidamente em qualquer carreira que escolher. O Coelho confia muito no seu próprio julgamento e é o signo mais próximo da felicidade.

Se o que eu apurei é verdade, ou não, os meus amigos e leitores poderão analisar posteriormente.

Se você meu leitor e amigo desejar mais informações sobre o horoscopo japonês acesse o site do UOL no endereço:  http://www1.uol.com.br/bemzen/novosoraculos/horoscopojapones/ e obterá muitas outras informações.

Um cordial abraço a todos vocês.



Escrito por Maurício B. às 13h08
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A Arte da Cozinha Japonesa

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A comida japonesa alimenta o corpo e a alma humana.

A beleza e a apresentação dos pratos são um bálsamo para os nossos olhos.

No que depender de mim (um purista assumido do nihon shoku), 

a arte culinária japonesa continuará a beber na fonte da sua tradição,

que tem a sabedoria secular, mas que jamais fechou os olhos para a modernidade.

A culinária japonesa nascida do delicioso e tradicional oshizushi,

passou pelas adaptações do sushi kansai, chegando aos dias atuais

com os modernos uramakis, califórnia, hot roll e tartar coberto com as ovas de tobikô.

 


 

Quais os motivos que levaram-me a escolher a culinária japonesa

 

Aos 11 anos de idade apaixonei-me pela cultura japonesa.

Ao completar 15 anos de idade fui estudar o NIHON-GÔ, ou a língua japonesa.

Matriculei-me no KAIKAN na Cidade de Marília e comecei os meus estudos naquele NIHON GAKÔ.

O meu sensey (professor) era japonês legítimo e o relacionamento era muito complicado.  Todos os outros alunos eram descendentes de japoneses. Com dedicação, interesse e uma dose de paciência do sensey permaneci ali durante bons tempos, aprendendo a ler e escrever o HIRAGANÁ, o KATAKANÁ e o KANJI.

A música japonesa (a atual, o enka, o new-enka, o pop, o rock -  todas elas sem qualquer exceção) proporcionam-me alegria, prazer e satisfação pessoal. Ela soa nos meus ouvidos como algo maior e superior, e agrega valores intimos, aumentando a minha sensibilidade e a minha emoção.

Quando eu cozinho ao som da música japonesa, percebo que o resultado na elaboração dos pratos é muito melhor.

Essa mistura de cultura, comidas típicas, músicas e os costumes do povo japonês, são para mim o tempero e os rumos da minha existência material e espiritual.

Por tudo isso escolhi a cozinha japonesa, tradicional e contemporânea.



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