Cozinhando e conversando com Maurício B.


Meus amigos e alunos do blog, eu tenho o prazer de apresentar o meu CREME DE AGRIÃO.
Trata-se de um prato leve e muito saboroso que pode acompanhar qualquer tipo de grelhado.

CREME DE AGRIÃO

 CREME-AGRIAO

Ingredientes
1 maço de agrião com os talos
1 copo de leite
1 colher de sopa de amido de milho
1 pitada de sal

Modo de preparo
Lave e cozinhe o agrião em água abundante durante 25 minutos. Bata no processador ou no liquidificador e obtenha um creme bruto e de coloração verde escuro.
Refogue uma cebola picada bem miudinha com azeite e adicione o creme.
Cozinhe durante 10 minutos e desligue.  Dilua o copo de leite com o amido de milho e misture no creme deixando cozinhar durante mais dez minutos.
Corrija o sal e sirva.
Se preferir um creme mais puxado para o branco adicione mais um pouco de leite e de amido de milho.


Meus amigos, façam este prato que é uma delicia, e o divulguem aos seus familiares e amigos.
Sucesso e bom apetite a todos.

 



Escrito por Maurício B. às 20h58
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Meus amigos deste delicioso blog, hoje eu tenho a honra de apresentar a vocês uma criação minha.
Este prato eu criei no ano de 2006 e estava guardado para divulgação há tempos.
Ocorre que apesar se eu fazê-lo constantemente, deixei de divulgá-lo.  Feito com arroz motigomê, o meu preferido, ele é elaborado com algas marinhas e shiitake.
O resultado é maravilhoso.

 

RISOTO DE 2 ALGAS COM SHIITAKE PUXADO NO MOLHO DE OSTRAS

rISOTO

Igredientes:
100 gramas de shiikate desidratado
50 gramas de wakame desidradato
200 gramas de filé mignon cortado em cubos
50 gramas de kombu em tirinhas finas
1 cebola média picada
1 envelope de hondashi
1 pitada de sal (apenas para corrigir o sal no final)
3 colheres de molho de ostras
1 pitada de pimenta branca
50 ml. de shoyu

Modo de preparo:
Deixe o shiitake de molho para reidratar e passe na frigideira com um pouco de manteiga (ou margarina).
Deixe o wakame de molho para reidratar e corte em pedaços pequenos.
Deixe o kombu em tirinhas para reidratar e corte em pedaços pequenos.
Dore a cebola com óleo vegetal e despeje por cima o shiitake, o wakame e o kombu mantendo tudo fechado por 5 minutos.

Abra a panela, coloque o hondashi, a pimenta branca e o shoyu e cozinhe mais 3 minutos.
Doure o filé mignon, adicione na panela e deixe cozer por 3 minutos com a panela fechada.
Adicione o molho de ostra, mexa com cuidado e feche a panela.
Corrija o sal.

Prepare o arroz branco (moti gomê)
Monte uma travessa com dois copos de arroz já cozido e misture o preparo da panela.
Monte e sirva quente.

Dica
Aproveite a água que foi hidratado o Wakame e o shiitake para cozer o moti gomê.
Naturalmente o risoto deve ficar bem úmido por ser uma tradição deste tipo de prato.


Aos amigos eu recomendo que este prato seja elaborado para os seus familiares e amigos.
Um abraço amigo e cordial.



Escrito por Maurício B. às 20h52
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Olá amigos e alunos, hoje eu quero indicar um prato feito à base de nassu (berinjela)
que é muito saboroso.
Experimentem este prato que será uma agradável surpresa.

 NASSU TO PIMAN NO MISSÔ ITAME

Nassu

Ingredientes:
5 berinjelas japonesas pequenas
3 pimentões-verdes pequenos
100 g de carne de porco (ou frango) moída
1 pedaço de gengibre (cerca de 1 cm)
3 colheres de sopa de óleo para fritar
2 colheres de chá de maisena, mais 1 1½ colher de sopa de água fria para dissolver

Para temperar os ingredientes:
½ xícara de água
1 colher de chá de açúcar
1/3 colher de chá de sal
1 colher de sopa de saquê mirim
1 colher de sopa de missô aka

  

Modo de Preparo:

Corte as berinjelas em pedaços de 5 por 2 cm e faça dois ou três cortes superficiais na casca de cada pedaço para que o tempero penetre bem. Deixe de molho em água por 5 minutos para que não escureça. Escorra e seque com cuidado.  Corte os pimentões em pedaços grandes, retire as sementes e nervuras.  Descasque o gengibre e pique bem fininho, ou faça um suco do mesmo.  Misture os ingredientes dos temperos até dissolver o sal e o açúcar.

 

Como cozinhar:

Aqueça uma frigideira por 1 minuto em fogo forte, depois ponha o óleo. Frite o gengibre e a carne moída por 2 minutos, ou até que a carne fique dourada.
Junte a berinjela e frite até que fique quase pronta, uns 3 ou 4 minutos. Junte o pimentão e frite por mais 2 minutos.
Acrescente o tempero sobre a mistura frita e mexa bem.
Dissolva a maisena na água, ponha sobre a mistura e mexa bem para engrossar. Quando começar a ferver novamente, apague o fogo.

 

Como servir:
Monte em uma travessa os pedaços da berinjela e os pimentões.
Coloque todos os demais ingredientes por cima.
Cubra todo o prato com os temperos ainda quentes.

Aos amigos um bom apetite e um bom proveito dos pratos elaborados com nassu, sempre deliciosos e de fácil elaboração.

 



Escrito por Maurício B. às 20h46
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Meus amigos e meus alunos, hoje a receita do dia é o delicioso KARÊ.

É dos pratos da culinária japonesa e também apreciado por muitos povos.

 

 

KARÊ

 

Kare

 

Ingredientes

50 gramas de shimeji
50 gramas de shiitake em tiras
50 gramas de champingnon picados
20 gramas de cebolinha em tirinhas
3 colheres de sopa cheias de farinha de trigo
1 colher de sopa de curry
1 colher de chá rasa de sal
1 colher de sopa de hondashi
1 pitada de aji-no-moto
1 colher de sopa de manteiga sem sal
½ litro de água
½ carcaça de frango
1 pitada de pimenta rosa moida

 

Modo de fazer
Em uma panela, ferva água e a carcaça de frango por 15 minutos. Coe e reserve o caldo.
Misture, em uma vasilha, a farinha de trigo, um pouco do caldo de frango, e o curry.  Reserve.
Derreta a manteiga em uma frigideira e adicione os três tipos de cogumelos. 

Refogue-os por cerca de 3 minutos.
Adicione o caldo de frango, o sal, o aji-no-moto, a pimenta rosa moida e o hondashi. 

Deixe levantar a fervura.
Adicione 3 colheres de sopa do preparado de karê e mexa até engrossar.
Apague o fogo e só então adicione a cebolinha, para que não perca a cor.
Sirva com shiro gohan.

 

Se gostaram da indicação deste cardápio repassem aos seus amigos para divulgar a nossa arte e o nosso trabalho.
Bom apetite a todos e um abraço fraterno.



Escrito por Maurício B. às 00h07
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Meus amigos, o prato que hoje divulgo é o KOMBU MAKI originário da
linda ilha de OKINAWA localizada no sul do Japão.

O povo UCHINANCHU, ou seja, o povo originário de Okinawa, é um
povo muito hospitaleiro e tem uma culinária surpreendente.
Dentro da colônia tenho muitos amigos e, em especial eu destaco o pessoal do jornal UTINÁ PRESS, principalmente o MARCELLO TINEM e a VANESSA SHIROMA TINEM.

KOMBU MAKI

Ingredientes:
1 pacote de kombu reidratado
1 maço de shimeji
200 gramas de carne de frango moída ou picada
100 gramas de carne de porco moída ou picada
Shoyu a gosto
4 colheres de saquê mirim
4 colheres de saquê
½ envelope de hondashi
2 colheres de sopa de açúcar
Sal a gosto
2 colheres de manteiga


Modo de preparo:
Refogue ligeiramente o shimeji na manteiga e reserve.
Faça um refogado com as carnes de porco e de frango com os
temperos descritos e reserve.
Reidrate a alga kombu de um dia para o outro.
Enrole a alga kombu no formato de um charuto, recheie com o refogado
de carne e prenda cada um com um ramo de salsa aquecido em água quente.

Molho para cozimento:
Faça um molho leve com shoyu, saquê mirim, açúcar, saquê e deixe
apurar durante 10 minutos.
Coloque os charutos de kombu maki e cozinhe durante 15 minutos.
Sirva em seguida.


Aos amigos UCHINANCHU ou a todos os nikkeys o meu abraço amigo
e o meu desejo de um ótimo apetite.

 



Escrito por Maurício B. às 23h42
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Meus amigos e meus alunos, hoje passo a vocês um prato japonês
fácil de ser feito, e muito comum nos lares japoneses e brasileiros.
O KIMPIRA GOBO é pratico e rápido para ser preparado.

KIMPIRA GOBO

 Ingredientes

2 unidades de bardana                     1 colher de sopa de óleo
     ½ cenoura                                         1 ½ colher de sopa de açúcar
  1 pimenta dedo de moça                   4 colher de sopa de shoyu
   1 colher de sopa de gergelim branco  ½ copo de dashi (100 ml.)
  1 colher de sopa de saquê                 1 colher de sopa de mirim

Modo de preparo
Limpar o gobo e cortar em pedaços de 5 centimetros; cortar na
espessura de um palito de fósforo e deixar na água com vinagre.
Escorrer em seguida.
Cortar as cenouras nas mesmas medidas do gobô.
Tirar as sementes da pimenta e cortar em rodelas finas.
Levar o óleo e o óleo de gergelim em uma panela, e em fogo alto
colocar o gobô e a pimenta dedo de moça; Refogar até cozinhar
um pouco e, em seguida acrescentar a cenoura e continuar refogando.
Acrescentar o açúcar, o shoyu, o saquê mirim e o dashi.
Misturar tudo e refogar em fogo baixo por aproximadamente 6 minutos.
Após esse tempo colocar em fogo alto e refogar até que seque o caldo.
Montar uma travessa, colocar o kimpira gobo e polvilhar com o gergelim.

Dicas
Na limpeza do gobo, evitar raspar ou retirar a casca pois nela
encontra-se os nutrientes.
O gobo após o corte deve permanecer na água com vinagre,
evitando que escureça.

Se o prato agradou eu peço que seja divulgado porque é uma forma
de preservar e divulgar a cultura e a culinária japonesa.
Um cordial abraço e um bom apetite a todos.



Escrito por Maurício B. às 23h30
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A Arte da Cozinha Japonesa

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-Manual de Treinamento em Culinária

-Cursos de Culinária Japonesa

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-E-mail: iontec.@uol.com.br

A comida japonesa alimenta o corpo e a alma humana.

A beleza e a apresentação dos pratos são um bálsamo para os nossos olhos.

No que depender de mim (um purista assumido do nihon shoku), 

a arte culinária japonesa continuará a beber na fonte da sua tradição,

que tem a sabedoria secular, mas que jamais fechou os olhos para a modernidade.

A culinária japonesa nascida do delicioso e tradicional oshizushi,

passou pelas adaptações do sushi kansai, chegando aos dias atuais

com os modernos uramakis, califórnia, hot roll e tartar coberto com as ovas de tobikô.

 


 

Quais os motivos que levaram-me a escolher a culinária japonesa

 

Aos 11 anos de idade apaixonei-me pela cultura japonesa.

Ao completar 15 anos de idade fui estudar o NIHON-GÔ, ou a língua japonesa.

Matriculei-me no KAIKAN na Cidade de Marília e comecei os meus estudos naquele NIHON GAKÔ.

O meu sensey (professor) era japonês legítimo e o relacionamento era muito complicado.  Todos os outros alunos eram descendentes de japoneses. Com dedicação, interesse e uma dose de paciência do sensey permaneci ali durante bons tempos, aprendendo a ler e escrever o HIRAGANÁ, o KATAKANÁ e o KANJI.

A música japonesa (a atual, o enka, o new-enka, o pop, o rock -  todas elas sem qualquer exceção) proporcionam-me alegria, prazer e satisfação pessoal. Ela soa nos meus ouvidos como algo maior e superior, e agrega valores intimos, aumentando a minha sensibilidade e a minha emoção.

Quando eu cozinho ao som da música japonesa, percebo que o resultado na elaboração dos pratos é muito melhor.

Essa mistura de cultura, comidas típicas, músicas e os costumes do povo japonês, são para mim o tempero e os rumos da minha existência material e espiritual.

Por tudo isso escolhi a cozinha japonesa, tradicional e contemporânea.



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